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Brasil entra no ranking da felicidade e revela o que mais impacta a vida da população; veja a lista

No ranking entre 29 países analisados, o Brasil aparece na 7ª posição, e a percepção de felicidade no país é superior à média mundial

Fábio Rocha

Publicado em 27/03/2026 às 12:16

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Quando se trata do que realmente impulsiona a felicidade no Brasil, fatores emocionais e pessoais lideram / Freepik

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O levantamento global Ipsos sobre felicidade em 2026 revela um cenário amplamente positivo, tanto no mundo quanto no Brasil, com dados que ajudam a entender como diferentes fatores influenciam o bem-estar das pessoas.

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Desempenho do Brasil no ranking

No ranking entre 29 países analisados, o Brasil aparece na 7ª posição. A percepção de felicidade no país é superior à média mundial: enquanto globalmente 74% das pessoas se consideram felizes, entre os brasileiros esse índice chega a 80%.

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Dentro desse grupo, há uma divisão clara: 28% se classificam como muito felizes e 52% como felizes. Em contrapartida, 20% relatam níveis mais baixos de satisfação, sendo 15% “não muito felizes” e 5% “nada felizes”.

No contexto global, esses números são um pouco diferentes: 18% muito felizes, 56% felizes, 22% pouco felizes e 5% nada felizes.

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Fatores que impulsionam a felicidade no Brasil

Quando se trata do que realmente impulsiona a felicidade no Brasil, fatores emocionais e pessoais lideram. O principal deles é sentir-se amado, apontado por 34% dos entrevistados.

Em seguida aparecem saúde física e mental (31%), relações familiares (29%), sensação de controle sobre a própria vida (29%) e o sentimento de propósito (27%).

Panorama global da felicidade

No panorama internacional, a tendência é de melhora: a maioria dos países apresentou avanço nos níveis de felicidade, 25 dos 29 pesquisados tiveram resultados mais positivos neste ano.

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Entre os destaques do ranking, países asiáticos e latino-americanos ocupam posições de liderança, como Indonésia (86%), Países Baixos (84%), México (83%) e Colômbia (83%).

A felicidade tende a ser elevada na juventude, sofre uma queda por volta dos 50 anos / Freepik

Logo depois aparecem Malásia e Tailândia (ambos com 81%), seguidos pelo Brasil (80%). Completam o grupo dos dez primeiros Austrália (78%), Espanha (77%) e Bélgica (77%).

Idade e felicidade ao longo da vida

A pesquisa também identifica padrões importantes ao longo da vida. A felicidade tende a ser elevada na juventude, sofre uma queda por volta dos 50 anos e volta a crescer posteriormente, atingindo seu ponto mais alto após os 70 anos.

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No Brasil, a faixa entre 50 e 74 anos apresenta um índice particularmente alto: 82% dessas pessoas se consideram felizes ou muito felizes.

Relação entre renda e bem-estar

Outro fator relevante é a renda. Pessoas com maior poder aquisitivo demonstram níveis mais altos de felicidade (79%) em comparação com aquelas de renda mais baixa (67%).

Vale destacar que a amostra brasileira utilizada no estudo era predominantemente urbana, com maior nível educacional e renda acima da média nacional.

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Diferenças geracionais

A questão financeira, inclusive, é percebida como determinante por todas as gerações, embora com diferentes intensidades: entre os Baby Boomers, 68% apontam esse fator como importante; na Geração X, 62%; entre os Millennials, 49%; e na Geração Z, também 49%.

Metodologia do estudo

O estudo foi conduzido entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026, abrangendo participantes de 29 países, com cerca de mil respondentes no Brasil.

Veja ranking:

  • Indonésia (86%)
  • Países Baixos (84%)
  • México (83%)
  • Colômbia (83%)
  • Malásia (81%)
  • Tailândia (81%)
  • Brasil (80%)
  • Austrália (78%)
  • Espanha (77%)
  • Bélgica (77%)
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