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A cientista de universidade brasileira por trás da descoberta que pode devolver movimentos humanos

Tatiana Sampaio, da UFRJ, desenvolveu a polilaminina, substância capaz de regenerar movimentos em pacientes tetraplégicos

Agência Diário

Publicado em 24/03/2026 às 12:03

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Estudo revolucionário com composto da placenta humana recebe aval da Anvisa para testes clínicos em humanos / Flickr Omar Uran

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A cientista Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, alcançou um feito histórico que pode mudar a medicina mundial. Sua pesquisa com a polilaminina trouxe esperança real para a cura da tetraplegia.

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O tratamento experimental utiliza um composto extraído da placenta humana para reconectar neurônios lesionados na medula. Os resultados iniciais surpreenderam a comunidade científica com recuperações totais de movimentos.

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Recentemente, o nome da pesquisadora ganhou força nas redes sociais após debates sobre relevância nacional. Agora, Tatiana surge como a primeira brasileira com chances reais de conquistar o cobiçado Prêmio Nobel de Medicina.

Como funciona a polilaminina nas lesões medulares

A polilaminina é um composto produzido naturalmente pelo corpo humano. A equipe do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ trabalha nessa inovação desde 1998 com foco em tratar graves lesões medulares.

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Além disso, essa substância desempenha um papel fundamental na ligação de novos neurônios. O medicamento estimula as estruturas nervosas a se conectarem novamente na área da lesão, funcionando de forma orgânica.

Os pesquisadores aplicam o composto diretamente na região atingida para promover a regeneração. Desse modo, o organismo recebe o estímulo necessário para tentar restabelecer as funções motoras que foram perdidas.

xxTatiana Sampaio é uma cientista e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) / Divulgação

Resultados impressionantes na reversão da paralisia

O estudo inicial contou com a participação de oito voluntários com diferentes níveis de paralisia. Entre os pacientes avaliados, havia casos de paraplegia e também de tetraplegia causadas por traumas severos.

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Surpreendentemente, seis dos oito pacientes apresentaram melhoras substanciais durante o processo. Um dos voluntários, que sofria de tetraplegia, conseguiu recuperar totalmente os movimentos dos seus membros.

Por causa desses avanços, a Anvisa aprovou o início dos estudos clínicos em janeiro de 2026. Essa etapa é crucial para garantir a segurança do tratamento antes que ele chegue ao mercado para uso comercial.

O debate sobre relevância e o Prêmio Nobel

O nome de Tatiana Sampaio viralizou após uma polêmica envolvendo a influenciadora Virgínia Fonseca. Um entrevistado afirmou que a influenciadora era "indiscutivelmente a mulher mais relevante do país" no momento.

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Entretanto, as redes sociais reagiram prontamente e apontaram a cientista como um exemplo maior de impacto. O trabalho de Tatiana coloca o Brasil em destaque na corrida pelo Prêmio Nobel de Medicina deste ano.

A descoberta da UFRJ representa um marco para a ciência brasileira e mundial. Milhares de pessoas que perderam a mobilidade aguardam ansiosamente pelos próximos passos dessa pesquisa revolucionária.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Quem é Tatiana Sampaio?

É uma cientista e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável por liderar um estudo inovador focado na reversão de lesões medulares graves.

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O que é a polilaminina?

É um composto natural extraído da placenta humana que atua estimulando a reconexão de neurônios danificados na medula espinhal.

Já existe cura para a tetraplegia?

Embora não exista uma cura definitiva comercializada hoje, a pesquisa brasileira com a polilaminina apresentou resultados promissores e inéditos, incluindo a recuperação de movimentos em pacientes nos testes iniciais.

Quando o tratamento com polilaminina estará disponível?

A Anvisa aprovou o início dos estudos clínicos em janeiro de 2026. O tratamento ainda precisa passar por rigorosas fases de testes em humanos para comprovar segurança e eficácia antes de chegar ao mercado.

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Por que a cientista é cotada para o Prêmio Nobel?

Em razão do sucesso de sua pesquisa em regenerar tecidos nervosos e devolver a mobilidade a pacientes.

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