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Enquanto em países como Alemanha, Espanha e Japão os carrinhos digitais já fazem sucesso, no Brasil a situação é diferente
A tecnologia promete agilidade e personalização, mas também muda algo que sempre foi simples e gratuito / Domínio Público
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O carrinho de supermercado, companheiro diário das compras, está prestes a passar por uma transformação radical. A tecnologia digital promete tornar essa experiência mais prática e, para muitos, também paga.
Enquanto em países como Alemanha, Espanha e Japão os carrinhos digitais já fazem sucesso, no Brasil a situação é diferente.
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Aqui, sempre pegamos os carrinhos gratuitamente, sem moedas ou aplicativos. A chegada de carrinhos pagos pode gerar estranhamento e debates sobre se a modernização vale a pena.
Na Europa, o tradicional cofrinho para moedas está dando lugar a QR codes e pagamentos por aproximação. Essa evolução evita a necessidade de moedas e agiliza a experiência de compra, economizando tempo, um ponto que já conquistou consumidores no Japão.
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A tecnologia vai além do pagamento. Carrinhos digitais permitem que supermercados registrem hábitos de consumo, criando dados que ajudam a planejar promoções, entender horários de pico e até prever tendências. Para o consumidor, isso significa ofertas e descontos feitos sob medida.
A grande questão permanece: será que essa superdigitalização dos carrinhos faz sentido no dia a dia do brasileiro? A tecnologia promete agilidade e personalização, mas também muda algo que sempre foi simples e gratuito.
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