Nacional
Colisão entre avião e caminhão de bombeiros nos Estados Unidos, com mortos e feridos, reacende debate sobre segurança aérea e relembra o maior desastre do Brasil
Era o fim da tarde de 17 de julho de 2007 quando o voo 3054 da TAM, que partiu de Porto Alegre, tentou pousar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo / Reprodução/SBT
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Um grave acidente envolvendo uma aeronave da Air Canada Express e um caminhão de bombeiros chocou autoridades e passageiros na noite de domingo (22), no Aeroporto LaGuardia, em Nova York, nos Estados Unidos. A colisão deixou dois mortos, o piloto e o copiloto, e ao menos 41 feridos, além de provocar o fechamento total do terminal aéreo.
O episódio, ainda sob investigação, reacende o alerta sobre segurança na aviação e inevitavelmente traz à memória o Acidente do voo TAM 3054, considerado o mais grave da história do Brasil.
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Era o fim da tarde de 17 de julho de 2007 quando o voo 3054 da TAM, que partiu de Porto Alegre, tentou pousar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Sob chuva e pista molhada, o Airbus A320 não conseguiu desacelerar como esperado.
O Airbus A320 da TAM Linhas Aéreas, que fazia o trajeto de Porto Alegre para São Paulo, não conseguiu desacelerar ao pousar na pista principal do Aeroporto de Congonhas. A aeronave ultrapassou os limites da pista, atravessou uma avenida e colidiu com um prédio da própria companhia e um posto de combustÃvel.Â
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Tragédia: Avião com 76 pessoas bate em caminhão durante pouso e deixa mortos nos EUA
O acidente matou as 187 pessoas a bordo e outras 12 em solo, totalizando 199 vÃtimas.. Nenhum ocupante do avião sobreviveu. A tragédia teve repercussão internacional e marcou profundamente o paÃs.
As investigações apontaram uma combinação de fatores, incluindo falhas no sistema de frenagem, configuração inadequada dos manetes de potência e as condições da pista, que estava molhada e sem ranhuras adequadas para o escoamento da água.
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O caso levou a discussões sobre a segurança operacional em Congonhas e resultou em mudanças importantes na infraestrutura e nos protocolos da aviação brasileira.
Depois do acidente, o Aeroporto de Congonhas passou por adaptações, incluindo melhorias na pista e restrições operacionais. Também houve revisão de protocolos de segurança, treinamento de tripulações e fiscalização mais rigorosa por parte das autoridades.