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Vamos voltar para a Idade da Pedra? Isso poderia acontecer em 2032, o cenário que todos temiam

Impacto de asteroide de 60 metros na Lua em 2032 pode ser oportunidade única para a ciência

Agência Diário

Publicado em 19/03/2026 às 12:23

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Astrônomos explicam que, apesar do poder da explosão, a Terra não corre risco de danos diretos / Reprodução/ Youtube

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Um novo vizinho espacial está sob vigilância constante e pode marcar a história da astronomia em 2032. Trata-se do asteroide 2024 YR4, que tem chances de atingir a Lua em dezembro daquele ano.

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Conhecendo o invasor lunar

Esta rocha foi localizada pela primeira vez no final de 2024 por sistemas de monitoramento. As projeções apontam para um encontro marcado com a Lua em 22 de dezembro de 2032.

Apesar de a probabilidade de colisão ser considerada pequena, o interesse permanece alto. Afinal, eventos dessa magnitude não ocorrem com frequência no nosso quintal cósmico.

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As dimensões do asteroide 2024 YR4

O corpo celeste mede aproximadamente 60 metros, o que é comparável a um edifício de 15 andares. Essa dimensão o torna um objeto de estudo significativo para a defesa planetária.

Felizmente, as novas análises de trajetória trouxeram alívio para a população terrestre. Os cálculos mostram que o alvo provável é apenas a Lua, sem qualquer chance de impacto conosco.

xxAsteroide 2024 YR4 tem chances de atingir a Lua em dezembro daquele ano / Nasa

Energia liberada no impacto

Caso a colisão se confirme, a energia gerada seria verdadeiramente devastadora no local. A explosão teria um milhão de vezes mais força que o meteoro de 2013, criando um clarão.

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Esse evento resultaria em uma nova e vasta cratera visível por telescópios terrestres. Além disso, a luz emitida serviria como um farol temporário no céu escuro da noite de dezembro.

Os benefícios para os pesquisadores

Mesmo com tamanha potência, os riscos para a vida na Terra são nulos. Se alguma poeira lunar viajar até nós, ela se transformará em apenas uma bela chuva de meteoros.

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Assim sendo, a comunidade científica encara o possível impacto como um laboratório natural. O estudo permitirá observar em tempo real como o solo lunar reage a colisões de alta energia.
 

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