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Impulsionados pelo aquecimento global e pela mobilidade humana, três patógenos específicos Oropouche, H5N1 e Mpox mostram sinais de expansão preocupantes neste ano
O mundo mudou após 2020, mas a ameaça de novas pandemias continua real / ImageFX
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O mundo mudou após 2020, mas a ameaça de novas pandemias continua real. Impulsionados pelo aquecimento global e pela mobilidade humana, três patógenos específicos — Oropouche, H5N1 e Mpox — mostram sinais de expansão preocupantes neste ano.
Confira o que se sabe sobre cada um e os riscos para o Brasil.
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Antes restrito à Amazônia, o Oropouche agora atinge 20 estados brasileiros. Transmitido por mosquitos (maruins), ele causa sintomas parecidos com os da dengue, mas com um agravante: casos de mortes e relação com microcefalia em bebês estão sob investigação.
Status: O Brasil concentra 90% dos casos das Américas.
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Atenção: A OMS lançou em janeiro de 2026 um plano de emergência para criar vacinas e testes rápidos.
O maior temor dos cientistas é o 'salto' do vírus das aves para os humanos. Em 2024 e 2025, o H5N1 foi detectado em vacas leiteiras e trabalhadores rurais.
Risco: Se o vírus aprender a passar de pessoa para pessoa, o potencial pandêmico é alto.
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No Brasil: O Instituto Butantan já corre contra o tempo em estudos para uma vacina preventiva.
Não é mais apenas a 'varíola dos macacos' de 2022. Agora, uma variante mais grave (clado I) está saindo da África e chegando a outros continentes.
Diferencial: A circulação atual sugere que o vírus está se adaptando melhor fora de seu nicho original.
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