Mundo

Líder supremo do Irã é morto em bombardeio, diz Trump

O aiatolá Ali Khamenei, que governou o país por quase 37 anos, não teria resistido ao ataque de Israel e dos Estados Unidos

Giovanna Camiotto

Publicado em 28/02/2026 às 19:08

Atualizado em 28/02/2026 às 19:20

Compartilhe:

Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Facebook Compartilhe no Twitter Compartilhe por E-mail

O líder supremo do Irã teria morrido após ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel / Fotos Públicas

Continua depois da publicidade

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, teria morrido após ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel neste sábado (28). A informação foi divulgada pelo presidente Donald Trump, mas até o momento não houve confirmação oficial por parte do governo iraniano.

Faça parte do grupo do Diário no WhatsApp e Telegram.
Mantenha-se bem informado.

Numa rede social, Trump afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos. O presidente declarou que “não havia nada” que o líder supremo pudesse fazer.

Continua depois da publicidade

“Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump.

O ataque deste sábado (28) também teria atingido alvos estratégicos em Teerã e outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e bases americanas na região, ampliando a tensão no Oriente Médio.

Continua depois da publicidade

Quem era Ali Khamenei

Nascido em 1939, na cidade sagrada de Mashhad, ele participou da Revolução Islâmica de 1979 e tornou-se aliado próximo do aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador da República Islâmica. Após sua morte, Khamenei assumiu o posto máximo do país, mesmo sem ser considerado, à época, um dos principais líderes religiosos.

Khamenei, de 86 anos, comandou o país por quase quatro décadas, acumulando poder político e religioso em uma estrutura teocrática. Como líder supremo, tinha autoridade sobre as Forças Armadas, a política externa e as principais decisões estratégicas do regime.

Durante seu governo, o aiatolá manteve postura hostil aos Estados Unidos e a Israel e foi acusado por organizações internacionais de reprimir protestos e opositores. Episódios como as manifestações de 2009, 2019 e 2022 foram marcados por forte repressão estatal.

Continua depois da publicidade

Caso a morte seja confirmada, o país enfrentará um dos momentos mais delicados desde a revolução de 1979, com impactos diretos na política interna e no cenário geopolítico internacional.

Conteúdos Recomendados

©2026 Diário do Litoral. Todos os Direitos Reservados.

Software