EUA voltam a bombardear Iêmen após operação que matou militar americano

Assolado por uma guerra civil, o Iêmen tem o controle de seu território fragmentado entre forças do governo, rebeldes xiitas, separatistas e extremistas da Al Qaeda

Uma série de ataques aéreos dos Estados Unidos nesta quinta-feira (2) matou ao menos quatro militantes da rede terrorista Al Qaeda em uma região montanhosa no sul do Iêmen, segundo autoridades iemenitas.

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Os bombardeios ocorrem pouco mais de um mês após uma operação de forças especiais dos EUA, na mesma região, ter terminado com um fuzileiro americano morto, seis soldados feridos e a perda de uma aeronave militar. Sobreviventes relatam que ao menos 25 civis iemenitas morreram nesse ataque, incluindo dez crianças e nove mulheres.

As falhas renderam duras críticas ao presidente Donald Trump, que autorizou a operação dias após tomar posse.

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No início de fevereiro, o jornal “The New York Times” afirmou que o governo iemenita havia retirado a autorização que permitia aos EUA conduzir ações de combate ao terrorismo em solo no país.

A Al Qaeda tem no Iêmen sua filial mais perigosa, segundo o governo americano.

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Assolado por uma guerra civil, o Iêmen tem o controle de seu território fragmentado entre forças do governo, rebeldes xiitas, separatistas e extremistas da Al Qaeda.