Derrotado, Trump volta a falar em fraude e ‘eleição roubada’

Um dia após o democrata Joe Biden ser declarado presidente eleito dos EUA, Donald Trump voltou a indicar que não vai admitir a derrota

Um dia após o democrata Joe Biden ser declarado presidente eleito dos EUA, Donald Trump voltou a indicar que não vai admitir a derrota, embora, desta vez, o tenha feito citando terceiros. Ele usou sua conta no Twitter neste domingo (80 para voltar a questionar o processo eleitoral. “Desde quando a mídia ‘lamestream’ diz quem será nosso próximo presidente?”, questionou, usando uma expressão pejorativa para se referir à mídia tradicional. “Nós temos aprendido muito nas últimas duas semanas”, ironizou.

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Trump ainda postou, em outra mensagem, um link do site conservador Breitbart sobre supostos problemas na apuração na Geórgia, Estado em que ele aparece atrás de Biden por pequena margem na apuração.

Mais cedo, Trump publicou frases atribuídas a seu colega de partido Newt Gingrich, ex-presidente da Câmara dos Representantes dos EUA. “Esta foi uma eleição roubada”, disse Gingrich. “Eles roubaram tudo o que tinham para roubar.”

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O jurista também se diz preocupado com “cem milhões de cédulas por correio em cidades como Filadélfia e Detroit” que, segundo ele, têm “uma longa série de problemas eleitorais (para dizer o mínimo)”.

As cidades são, respectivamente, as mais importantes da Pensilvânia e de Michigan, estados considerados decisivos e que foram conquistados por Biden neste pleito. A apuração em ambos também é alvo de ações judiciais movidas pela campanha de Trump.

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Em outras publicações que não foram compartilhadas pelo republicano, Turley diz, em seu perfil pessoal, que é a favor de uma revisão nos votos, mas que “não há atualmente nenhuma evidência de fraude sistêmica” na eleição.