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Enquanto Washington celebra o que chama de "sucesso estratégico", o eixo de aliados de Caracas e líderes regionais denunciam uma ruptura gravíssima das normas internacionais
A incursão militar direta dos Estados Unidos na Venezuela gerou uma onda imediata de choques diplomáticos / AFP
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A incursão militar direta dos Estados Unidos na Venezuela, que culminou na retirada forçada de Nicolás Maduro do poder neste sábado (3), gerou uma onda imediata de choques diplomáticos.
Enquanto Washington celebra o que chama de "sucesso estratégico", o eixo de aliados de Caracas e líderes regionais denunciam uma ruptura gravíssima das normas internacionais.
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As potências que dão suporte ao regime chavista reagiram com veemência, classificando a operação de Donald Trump como um ato de força ilegal:
A proximidade geográfica do conflito elevou o tom das capitais vizinhas:
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A Espanha surgiu como uma voz moderada no conflito, evitando condenações diretas imediatas e oferecendo-se para mediar um diálogo que impeça um derramamento de sangue ainda maior, focando em uma saída negociada para o vácuo de poder deixado pela captura do casal presidencial.
Enquanto a vice-presidente Delcy Rodríguez denuncia o "sequestro" de Maduro, os relatos vindos da Venezuela são de destruição em pontos estratégicos, como o Forte Tiuna.