Mongaguá
A população apontou falta de lixeiras e pedras como fatores para a proliferação, e a Prefeitura explicou ter sido uma recomendação da Defesa Civil
Moradores de Mongaguá denunciam a presença de ratos na faixa de areia / Reprodução/Redes Sociais
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Moradores de Mongaguá denunciam a presença frequente de ratos na faixa de areia da orla. VÃdeos que circulam nas redes sociais mostram roedores caminhando pela praia e entre pedras próximas ao mar, sobretudo na região central, onde há maior fluxo de pessoas.
Segundo relatos, dois fatores têm contribuÃdo para o problema, sendo a falta de lixeiras ao longo da orla e as estruturas de pedras instaladas na praia, que estariam servindo de abrigo para os animais. Os moradores citam que as barreiras, previstas para conter a erosão, acabam favorecendo a proliferação dos roedores.
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Procurada pela reportagem do Diário do Litoral, a assessoria da Prefeitura de Mongaguá esclareceu que "as pedras foram instaladas num trecho da orla, junto à mureta do calçadão por indicação da Defesa Civil".
Além disso, "a medida faz parte do processo de remodelação da orla, que atualmente está em fase de elaboração de projeto". A Prefeitura ainda pontuou que o controle mais adequado de pragas "consiste na redução de abrigos e na eliminação de fontes de alimentos".
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"Os ratos são animais sinantrópicos, que encontram condições ideais para se instalarem em locais onde há disponibilidade de alimento, água e abrigo.
No ponto mencionado, a presença de resÃduos e estruturas que podem servir de abrigo dificulta o controle desses animais. A utilização de venenos, além de não ser a medida mais eficaz em locais onde há competição com outras fontes de alimento, também representa risco ambiental, especialmente em áreas próximas ao mar, já que o produto pode ser levado pela água e afetar outras espécies.
Por esse motivo, o controle mais adequado consiste na redução de abrigos e na eliminação de fontes de alimento disponÃveis.
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A Prefeitura de Mongaguá informa ainda que o acúmulo de pedras existente na orla foi implantado em gestões anteriores como forma de conter o impacto das ondas que danificavam as muretas da calçada. A atual gestão, diante das reclamações registradas, especialmente de quiosqueiros, estuda alternativas para substituir essa estrutura por outra solução.
A medida faz parte do processo de remodelação da orla, que atualmente está em fase de elaboração de projeto."
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