Mongaguá

Mongaguá faz ação contra hanseníase e alerta para manchas que não doem

Com foco no diagnóstico precoce, a prefeitura promove orientação na UBS Jardim Primavera nesta quinta (22) e reforça sinais de alerta

Giovanna Camiotto

Publicado em 22/01/2026 às 04:21

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Mongaguá intensificou a campanha de Janeiro Roxo / Freepik

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Em adesão à campanha nacional Janeiro Roxo, a Secretaria de Saúde de Mongaguá intensificou as orientações à população sobre sintomas, exames e o tratamento, que é oferecido de forma totalmente gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Atualmente, o município apresenta um cenário controlado. Segundo a Vigilância Epidemiológica, em 2025 foi registrado apenas um caso da doença, que recebeu acompanhamento integral da rede municipal. Até o momento, não há novas ocorrências em 2026, mas o alerta continua.

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O grande desafio da hanseníase é que ela pode ser silenciosa com manchas claras ou avermelhadas que apresentam perda de sensibilidade ao toque, calor ou dor são os principais sinais de perigo.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Nadya Gurgel, ressalta a importância de não ignorar os sinais no corpo. “Quanto mais cedo a hanseníase é identificada, maiores são as chances de cura total, sem que o paciente desenvolva deformidades ou limitações funcionais. É fundamental que, ao notar qualquer mancha suspeita com perda de sensibilidade, o morador procure a UBS mais próxima”, destaca a enfermeira.

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Sinais para ficar atento

  • Manchas na pele com dormência;
  • Formigamento em mãos e pés;
  • Fraqueza muscular ou dor nos nervos dos braços e pernas

Ação especial

Para ampliar o alcance da campanha, a Secretaria de Saúde promove, nesta quinta-feira (22), uma ação de conscientização aberta ao público na UBS Jardim Primavera (Av. Nossa Senhora de Fátima, nº 1.801), a partir das 8h. A equipe médica estará à disposição para tirar dúvidas e realizar triagens.

Vale lembrar que o tratamento quebra imediatamente a cadeia de transmissão. Uma vez iniciado o acompanhamento clínico, o paciente deixa de transmitir a bactéria e pode manter sua rotina normal de trabalho e convívio social. Em Mongaguá, os casos confirmados contam com o suporte da médica de referência, Dra. Isabela Prieto, na Unidade de Saúde da Vila Operária.

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