O grande diferencial deste treinamento foi a inclusão da Febre Oropouche no protocolo de monitoramento / Divulgação/PMM
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A Prefeitura de Mongaguá, em uma ação conjunta com o Departamento Regional de Saúde (DRS-IV – Baixada Santista), realizou na última terça-feira (20) uma capacitação intensiva voltada ao combate das arboviroses.
O encontro, sediado no auditório da Secretaria de Educação (Seduc), preparou médicos, enfermeiros e agentes de campo (ACS e ACE) para os desafios epidemiológicos de 2026, com ênfase nas novas diretrizes do Ministério da Saúde.
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O grande diferencial deste treinamento foi a inclusão da Febre Oropouche no protocolo de monitoramento, ao lado de doenças já conhecidas como Dengue, Chikungunya e Zika Vírus.
A integração entre as equipes das unidades de saúde e os agentes que atuam diretamente nos bairros foi apontada como essencial para garantir que a notificação de casos suspeitos ocorra com agilidade, permitindo que a gestão interrompa a cadeia de transmissão em tempo oportuno.
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Especialistas do DRS-IV orientaram os profissionais sobre como realizar a classificação de risco e o manejo clínico, priorizando grupos vulneráveis.
Além disso, foi detalhado o fluxo logístico para a coleta de amostras e o envio ao Instituto Adolfo Lutz (IAL), garantindo que o monitoramento epidemiológico de Mongaguá seja preciso e baseado em dados laboratoriais rápidos.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Nadya Gurgel, reforçou que cada profissional de saúde atua como um sentinela estratégico.
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Segundo ela, a rapidez na notificação compulsória é o que permite ao município adotar medidas de bloqueio eficazes antes que um surto se espalhe.
Com base nos índices larvários registrados no último ano, as equipes planejaram ações preventivas para este período de verão, época em que o calor e as chuvas favorecem a proliferação de mosquitos.
A Prefeitura de Mongaguá ressalta que o combate às doenças é um esforço coletivo e solicita que os moradores colaborem eliminando criadouros em suas residências.
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Fique alerta aos sintomas:
Em caso de qualquer um desses sinais, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade de Saúde ou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Denúncias de focos de mosquitos podem ser feitas via Ouvidoria Municipal ou diretamente aos Agentes Comunitários de Saúde.
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