Mongaguá

Fortes chuvas elevam rios e deixam 39 pessoas desabrigadas em Mongaguá

O município está em nível de atenção com 107 mm em 24 horas; as áreas seguem inundadas e famílias foram levadas para abrigo no Ginásio Arthurzão

Giovanna Camiotto

Publicado em 26/02/2026 às 16:36

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Mongaguá informou nesta quinta-feira (26) que registrou 107 milímetros de chuva / Divulgação/PMI

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A Mongaguá informou na tarde desta quinta-feira (26) que registrou 107 milímetros de chuva nas últimas 24 horas e 163 mm acumulados em 72 horas, conforme boletim pluviométrico divulgado pela Defesa Civil. O município permanece em nível de atenção diante da elevação dos rios e dos pontos de alagamento espalhados pela cidade.

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As regiões próximas aos rios Aguapeú e Bichoró apresentaram aumento adicional no nível das águas. Áreas no entorno do Barranco Alto estão completamente inundadas, e há diversos trechos intransitáveis por causa dos alagamentos.

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Desde o início desta manhã, as equipes da Defesa Civil atuam na remoção de moradores atingidos pela tempestade com veículos próprios, botes e apoio do Corpo de Bombeiros.

Pessoas em abrigo

Atualmente, 39 pessoas e 7 cães estão acolhidos no abrigo municipal instalado no Ginásio Arthurzão, que conta com atuação integrada das secretarias municipais. Entre os acolhidos estão 15 adultos (nove mulheres e seis homens), 17 crianças, 3 adolescentes e 4 bebês.

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A Prefeitura de Mongaguá informa que os números podem ser atualizados a qualquer momento, conforme novos chamados sejam atendidos pela Defesa Civil.

Mongaguá registrou 107 mm de chuva nas últimas 24 horas e 163 mm acumulados em 72 horas, mantendo o município em nível de atenção da Defesa Civil. /Divulgação/PMI
Mongaguá registrou 107 mm de chuva nas últimas 24 horas e 163 mm acumulados em 72 horas, mantendo o município em nível de atenção da Defesa Civil. /Divulgação/PMI
A elevação dos rios Aguapeú e Bichoró agravou a situação em bairros próximos, com áreas completamente inundadas na região do Barranco Alto. /Divulgação/PMI
A elevação dos rios Aguapeú e Bichoró agravou a situação em bairros próximos, com áreas completamente inundadas na região do Barranco Alto. /Divulgação/PMI
Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros atuaram desde o início da manhã na remoção de moradores com o auxílio de botes e veículos. /Divulgação/PMI
Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros atuaram desde o início da manhã na remoção de moradores com o auxílio de botes e veículos. /Divulgação/PMI
Ao menos 24 pessoas e seis cães foram acolhidos no abrigo municipal montado no Ginásio Arthurzão após os alagamentos. /Divulgação/PMI
Ao menos 24 pessoas e seis cães foram acolhidos no abrigo municipal montado no Ginásio Arthurzão após os alagamentos. /Divulgação/PMI
Diversas vias ficaram intransitáveis por causa das enchentes, e a orientação é evitar trafegar por áreas alagadas e não atravessar enxurradas. /Divulgação/PMI
Diversas vias ficaram intransitáveis por causa das enchentes, e a orientação é evitar trafegar por áreas alagadas e não atravessar enxurradas. /Divulgação/PMI

Orientações à população

A recomendação é que, ao perceber sinais como água turva e barrenta, movimentação de solo, trincas ou rachaduras nos imóveis, os moradores deixem imediatamente o local e acionem a Defesa Civil pelo 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Em áreas já inundadas, a orientação é evitar sair de casa. Caso seja necessária a remoção, os serviços de emergência devem ser acionados. Também é fundamental não trafegar por vias alagadas e nunca tentar atravessar enxurradas, mesmo de carro.

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Como ajudar

Quem quiser colaborar com as famílias afetadas pode doar mantimentos, itens de higiene pessoal e materiais de limpeza no Fundo Social de Solidariedade, localizado na Rua Rui Barbosa, nº 150, esquina com a Avenida São Paulo, no Centro.

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