Os contêineres foram implantados com o objetivo de organizar a coleta de lixo e aprimorar a limpeza urbana / Divulgação/PMI
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A Prefeitura de Itanhaém instalou 55 contêineres para resíduos em diferentes pontos da cidade, mas a equipe de limpeza urbana tem identificado ocorrências de descarte irregular de entulho em alguns desses equipamentos. A Administração Municipal alerta que a prática compromete o funcionamento do serviço e causa prejuízos ao sistema de coleta.
Os contêineres foram implantados com o objetivo de organizar a coleta de lixo e aprimorar a limpeza urbana, especialmente em áreas com maior concentração de comércios. A iniciativa busca facilitar o descarte correto de resíduos orgânicos, contribuindo para a organização dos espaços públicos e para a preservação ambiental.
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No entanto, o uso inadequado dos equipamentos tem gerado diversos problemas. O descarte de telhas, blocos, restos de obras, troncos de árvores e outros materiais que ultrapassam o limite de peso suportado provoca danos estruturais aos contêineres, que acabam quebrando e, na maioria das vezes, não podem ser reutilizados. Há ainda registros de incêndios provocados dentro dos equipamentos.
Essas situações exigem reposição frequente dos contêineres, elevando os custos do serviço. Além disso, os danos impactam diretamente a logística da coleta, gerando atrasos e prejudicando a limpeza urbana de forma geral.
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De acordo com o secretário de Serviços Públicos e Zeladoria, Luiz Gustavo Coquemala, somente em 2025 já foram registradas mais de dez ocorrências de descarte irregular, resultando, na maioria dos casos, na perda total dos equipamentos. Os locais com maior incidência estão na orla da praia do Cibratel, Jardim Coronel, Bopiranga e região central.
Coquemala reforça que os contêineres são destinados exclusivamente ao descarte de lixo orgânico, como restos de alimentos e resíduos domésticos semelhantes. Entulho, resíduos de poda, móveis e materiais de construção devem ser descartados pelos canais adequados.
“O município disponibiliza ecopontos para o descarte correto de até 1 m³ de resíduos por pessoa, além do serviço de cata-treco nas regionais, destinado à coleta de móveis usados e materiais volumosos. Essas alternativas evitam o descarte irregular e contribuem diretamente para a limpeza da cidade”, destacou o secretário.
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