Itanhaém é considerada a segunda cidade mais antiga do Brasil / Divulgação/Agência SP
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Itanhaém aparece entre as 100 cidades do estado de São Paulo com maior saldo na geração de empregos formais em um ano, segundo levantamento da Fundação Seade com base em dados do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado reforça o avanço recente da economia local e o peso do comércio e dos serviços na criação de vagas.
Entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026, o município registrou 6.603 admissões com carteira assinada. Descontados os desligamentos, o saldo foi positivo em 688 novos postos de trabalho. Na Baixada Santista, o desempenho coloca a cidade como a terceira com maior geração líquida de empregos no período.
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O prefeito Tiago Cervantes afirmou que os números refletem o fortalecimento da economia local. “Os dados mostram que Itanhaém segue avançando na geração de oportunidades. Vamos continuar trabalhando para apoiar quem empreende e atrair novos investimentos”, disse.
Itanhaém atrai milhares de turistas ao longo do ano, especialmente durante o verão/Divulgação/PMIO fim de 2025 foi determinante para o resultado. Em dezembro, houve crescimento de 2,3% na comparação com o mês anterior, com a criação de 258 vagas. Entre as ocupações que mais contrataram nos últimos três meses estão atendente de lojas e mercados (115 vagas), atendente de lanchonete (75), operador de caixa (61), repositor de mercadorias (60) e servente de obras (44).
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Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico e Relações do Trabalho, Antonio Pierre, a temporada de verão teve papel relevante. “A cidade recebeu um grande número de turistas, o que impulsionou o comércio, gerou contratações e estimulou a circulação de renda”, afirmou. Ele também destacou eventos como a Feira do Empreendedor, que reuniu mais de 100 mil visitantes.
Os dados do Caged indicam ainda a predominância do comércio na geração de empregos. Itanhaém soma atualmente 14.447 trabalhadores formais, com salário médio de R$ 2.568. O comércio varejista responde por 28,6% das vagas, seguido pela administração pública (28,6%), atividades de organizações associativas (6,8%), alimentação (5,6%) e comércio atacadista (4,4%).