Zico diz que Brasil tem 85% de chances de ganhar a Copa

O Galinho de Quintino, como ficou conhecido no Flamengo, participou, como convidado especial, da coletiva de imprensa do Comitê Organizador Local (COL) da Fifa

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27 MAR 201416h41

No que depender da opinião do ex-jogador Zico, que já defendeu a Seleção Brasileira de Futebol em três mundiais, o time de Luiz Felipe Scolari está muito perto de chegar ao hexacampeonato. O Galinho de Quintino, como ficou conhecido no Flamengo, participou, como convidado especial, da coletiva de imprensa do Comitê Organizador Local (COL) da Fifa e disse que o Brasil tem todas as chances de jogar a final no Maracanã, estádio no qual ele é o maior goleador de todos os tempos, com 333 gols, e onde foi organizada a entrevista.

“Eu, de coração, acredito que o Brasil tenha 85% de chances de ser campeão, pela forma como a equipe vem jogando, pelo equilíbrio e pela qualidade que Scolari conseguiu encontrar na seleção. Uma das coisas importantes, quando se joga em casa, é trazer o público para perto da seleção, e ele conseguiu isso. Todos os grandes países venceram dentro de casa. Então acho que o Brasil tem tudo para fazer o seu dever de casa e estar na final da Copa do Mundo no Maracanã”, disse Artur Antunes  Coimbra (Zico).

Na opinião de Zico, o Brasil tem 85% de chances de ganhar a Copa do Mundo (Foto: Divulgação)

Para ele, a seleção terá grande apoio popular durante a competição. “Toda a demonstração que o torcedor deu na Copa das Confederações, eu acho que na Copa do Mundo será maior ainda. O futebol se resolve dentro do campo, em 90 ou 95 minutos, mas a confiança é total. É uma grande seleção, com grandes jogadores. É uma seleção que não depende deste ou daquele jogador. Esse equilíbrio é importante nas linhas, na defesa, no ataque; e o [time do] Brasil tem demonstrado isso a cada jogo que faz”, disse Zico.

Ele participou da coletiva ao lado do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke; do ministro do Esporte, Aldo Rebelo; do presidente do COL e da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin; e do diretor de Marketing da Fifa, Thierry Weil. Também participaram o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luís Fernandes, e os ex-jogadores Ronaldo Nazário e Bebeto, ambos campeões mundiais e integrantes do COL.