Xingado pelo pior público em casa, Palmeiras fica no 0 a 0 com ASA

Após protagonizar uma das piores atuações na temporada, o Verdão tem um Derby pela frente: visita o Corinthians, às 16 horas (de Brasília) de domingo

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28 MAI 201500h17

Nesta quarta-feira, mais uma vez, o Palmeiras decidiu não usar verde. E novamente provou que não merece mesmo vestir a cor do clube com mais títulos nacionais da história do futebol brasileiro. O pior público desde a reabertura do Palestra Itália não poupou xingamentos a um time que acumulou outra decepção nesta noite, ficando no 0 a 0 com o ASA, no primeiro confronto pela terceira fase da Copa do Brasil.

Os 17.212 pagantes desta noite representam menos do que os 17.528 que viram a vitória sobre o Rio Claro, em 11 de fevereiro, pelo Paulista, naquele que tinha sido o menor público da reformada casa palmeirense. Parte dos que compareceram ficou calados durante todo o primeiro tempo, em protesto que une todas as organizadas contra o preço dos ingressos. Quem abriu boca, foi só para ofender, direcionando-se principalmente a Oswaldo de Oliveira.

Foi o segundo jogo consecutivo em casa que a equipe não quis ser Verdão nem nos uniformes, e o time azul desta quarta-feira foi pior do que aquele branco derrotado pelo Goiás no domingo. Cada tentativa de encostar na bola só gerava irritação. Pelo que se viu, não sofrer gols de um rival da Série C foi realmente uma vantagem para o jogo de volta, que ocorrerá na segunda quinzena de julho, em Arapiraca, e no qual basta um empate com gols ou qualquer vitória para o Palmeiras ir às oitavas de final da Copa do Brasil.

Após protagonizar uma das piores atuações na temporada, o Palmeiras tem um Derby pela frente: visita o Corinthians, às 16 horas (de Brasília) de domingo, em Itaquera, na tentativa de vencer pela primeira vez no Brasileiro. O ASA, extremamente satisfeito por não ter perdido nesta noite, recebe o América-RN às 19h30 de sábado, pela Série C.

O Palmeiras exibiu muitos problemas mais uma vez e não conseguiu balançar a rede do time de Arapiraca (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)