Poucas figuras são tão polêmicas e sem papas na língua quanto o lendário atacante Romário. O Baixinho colecionou inimigos, rivais e desafetos ao longo de sua extraordinária carreira. Entre todos eles, o ex-jogador definiu Mario Jorge Lobo Zagallo como o maior de seus desafetos.
Durante uma entrevista ao jornalista, repórter e ex-apresentador Ivan Moré, Romário voltou a falar sobre suas antigas rivalidades no futebol.
Inclusive, recentemente, o astro brasileiro se envolveu em um princípio de confusão com a jornalista Fernanda Gentil, da CazéTV.
Romário define seu maior inimigo
Ao comentar a relação com Zagallo, o Baixinho deixou claro que nunca fez as pazes com o ex-treinador. Segundo ele, o desentendimento permaneceu até os últimos dias de vida do Velho Lobo. “O falecido Zagallo é. Morreu sendo”, afirmou.
Romário também apontou Zagallo como o maior inimigo de sua trajetória no futebol.
Outro nome citado foi Edmundo. Apesar de terem atuado juntos no Vasco da Gama e no Flamengo, Romário afirmou que ainda o considera um inimigo.
O ex-atacante também relembrou os desentendimentos que teve com Vanderlei Luxemburgo ao longo da carreira e incluiu o treinador na lista de desafetos. Mas, hoje em dia, disse que o assunto está resolvido.
Além deles, Romário mencionou outros ídolos do futebol brasileiro. Segundo o ex-jogador, Zico e Pelé também ocuparam esse posto em determinados momentos.
No entanto, ele destacou que conseguiu se reconciliar com o Rei do Futebol antes de sua morte. “O Zico também chegou a ser, em algum momento. O Pelé chegou a ser. Mas, bem antes de ele falecer, estive com ele duas vezes e a gente pôde conversar”, disse.
O legado de Romário
Ao longo de sua carreira, Romário atuou por clubes importantes do Brasil e do exterior, como PSV Eindhoven, Barcelona, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama. Na Europa, viveu alguns dos melhores momentos de sua trajetória, especialmente no PSV e no Barcelona, conquistando títulos nacionais e consolidando sua fama internacional.
Pela Seleção Brasileira, Romário disputou duas Copas do Mundo. Em 1994, foi o principal nome da campanha que levou o Brasil ao tetracampeonato nos Estados Unidos. Suas atuações decisivas lhe renderam o prêmio de Melhor Jogador do Mundo da FIFA naquele mesmo ano.
Conhecido pelo apelido de “Baixinho”, Romário marcou época por sua personalidade forte, declarações polêmicas e enorme capacidade de decidir partidas importantes. Durante a carreira, ultrapassou a marca de mil gols, somando jogos oficiais e amistosos.
O número gerou debates, mas se tornou uma das marcas mais associadas à sua trajetória.






