Convocado pelo técnico Dunga para a disputa da Copa América, em junho, Ricardo Oliveira vive um jejum de gols pelo Santos nesta temporada. Artilheiro do Paulistão no ano passado, o centroavante não balança as redes desde a vitória sobre o Capivariano no dia 03 de abril, quando anotou dois gols.
A marca, no entanto, parece não incomodar o camisa 9 da Vila Belmiro. Ele prefere enaltecer o coletivo da equipe – líder em gols no Paulistão, com 33 – e evita culpar os companheiros por não receber assistências em condição de marcar. Contra o Audax, no último domingo, Oliveira mandou duas bolas na trave e esteve bem perto de pôr fim à seca.
“Acho legal que nosso time não depende só de um cara. Dorival tem um elenco, não um time. O Ronaldo (Mendes) entra e faz gols importantes. Vitor Bueno idem. Léo Cittadini joga bem e faz gols. Joel quando entra dá conta do recado. E falaria de outros tantos. Importante é ter um elenco, que trabalha para o coletivo sobressair “, afirmou.
Apostando na força do seu elenco, o jogador adotou o mistério e não deu pistas de como o Peixe se planeja para chegar ao título do Paulistão 2016. No jogo de ida, na semana passada, o Alvinegro Praiano mudou a postura e deixou a equipe de Osasco comandar as ações. Desta vez, na Vila Belmiro, ele preferiu não revelar qual será a opção de Dorival Júnior.
“Eu não posso te falar (risos). Nós sabemos que eles têm muita qualidade para sair jogando. É notório. Estamos nos preparando bem para essa final”, disse.
