Renato acredita que Robinho se encaixaria rápido no time do Peixe

O volante confessou que vem mantendo contato com o atacante e deixa claro que toda a equipe está aguardando pela definição das negociações

Seis anos mais velho e parceiro de Robinho no Bi-Brasileiro (2002 e 2004) e no Paulista do ano passado, Renato torce para o retorno do camisa 7 se concretizar. O volante confessou que vem mantendo contato com o atacante e deixa claro que toda a equipe está aguardando pela definição das negociações.

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“A gente se fala, conversa. A gente quer que ele volte, mas é uma decisão dele. Se voltar, vamos estar com os braços abertos”, comentou o camisa 8, que viu seu companheiro se despedir há seis meses para jogar no Guangzhou Evergrande, da China.

“O ambiente é o mesmo. Está quase todo mundo ainda aqui. Ele vai estar em casa e claro que a responsabilidade será maior. Ela vai aumentar”, completou.

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O Santos está próximo de fechar com um investidor, que pode viabilizar a contratação. A ideia é o clube arcar com R$ 200 mil mensais, enquanto o parceiro se responsabilizasse pelo restante do salário do atleta, cerca de mais R$ 400 mil, com a condição de tê-lo como garoto propaganda para sua empresa. A diretoria do Peixe acredita que se oferecer um salário por volta de R$ 600 mil, Robinho topará regressar à Vila Belmiro.

Em campo, Robinho chegaria para ocupar o lugar que antes era desempenhado por Marquinhos Gabriel, pelas beiradas do campo, com bastante movimentação. Com isso, Geuvânio perderia espaço mais uma vez, já que Gabriel terminou a temporada em alta, com Ricardo Oliveira no papel de referência.

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“No Paulista, tivemos jogos bons com ele. Não tem problema nenhum. O Dorival é que vai ter essa dor de cabeça boa, entre aspas. Ele ajuda também na marcação. Já mostrou isso quando estava aqui no ano passado”, lembrou Renato, refutando a possibilidade do Rei das Pedaladas desarrumar o esquema já montado por Dorival Júnior desde 2015.

Outro fator que poderia gerar desconfiança em cima de Robinho é ele ter passado seis meses na China, onde o futebol ainda está se desenvolvendo e o nível não é dos melhores. Vagner Love, por exemplo, sofreu e demorou para entrar no ritmo de seus companheiros corintianos quando voltou ao Brasil, no meio da última temporada.

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“Não sei se ele sentiria tanto, porque aqui ele está em casa. Já conhece o clube, a torcida. O Love jogou no rival (Palmeiras), teve uma cobrança maior. O Robinho está em casa e tem muito mais confiança”, garantiu o experiente Renato, claramente torcendo muito pelo retorno de seu amigo e ídolo santista.