Relembre frases de Pelé, de seus admiradores e de desafetos

Confira abaixo algumas das principais frases ditas pelo rei, assim como as proferidas a seu respeito

"Igual a Pelé não tem nem vai ter. Minha mãe me fez e fechou a fábrica", em 2005, respondendo a Romário

"Igual a Pelé não tem nem vai ter. Minha mãe me fez e fechou a fábrica", em 2005, respondendo a Romário | Divulgação

Além de gols, Pelé distribuiu frases marcantes ao longo de seus 82 anos de vida, mas também foi alvo do juízo de admiradores e desafetos. Confira abaixo algumas das principais frases ditas pelo rei, assim como as proferidas a seu respeito.

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O QUE ELE FALOU

“Pensem no Natal, pensem nas criancinhas”, em 1969, após marcar o gol que é considerado seu milésimo.

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“Tento sempre separar o Pelé do Edson. O Edson é uma pessoa normal, de carne e osso, e o Pelé, como diz o próprio título do documentário, é o Pelé Eterno”, em 2004, explicando seu famoso discurso na terceira pessoa.

“Cá entre nós: essa ideia de o Edinho jogar no gol só pode ser praga dos goleiros que sofreram com os meus gols”, sobre o seu filho, Edinho.

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“Fui covarde, quando jogava. Só me preocupava com a evolução da minha carreira”, em 1996, sobre não ter lutado por boas condições para os jogadores.

“Antes de falar do Pelé, Maradona precisa pedir autorização para o Zico, o Sócrates, o Romário, o Tostão, o Rivelino”, em 2000, respondendo a críticas feitas pelo argentino.

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“Igual a Pelé não tem nem vai ter. Minha mãe me fez e fechou a fábrica”, em 2005, respondendo a Romário.

“Eu nem dormi, de nervoso. Quando tocou o Hino Nacional, eu tremi, quase chorei. Com 15 minutos de jogo, eu ainda tremia, mas Zito e Didi me ajudaram muito. Quando acabou o jogo, eu senti que não ia mais sair do time”, em 1968, sobre sua estreia na Copa de 1958.

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“Eu fico sem jeito de responder. Mas a verdade é que nunca senti nada que pudesse me motivar a tomar qualquer medida em defesa da cor. As figuras mais importantes dos países onde estive sempre me trataram com carinho e respeito. Sendo assim, como é que eu ia reclamar de alguma coisa?”, em 1971, ao ser questionado sobre o motivo de não participar de nenhuma organização de combate ao racismo.

“Pelé é uma coisa à parte, é de Deus. É como na música. Tem 500 bons pianistas, mas Beethoven só teve um
Em 1986″, sobre o motivo de nunca ter aparecido outro jogador igual a ele.

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O QUE FALARAM DELE

“Se Pelé não tivesse nascido homem, teria nascido bola. Até a bola do jogo pedia autógrafo a Pelé”, Armando Nogueira, jornalista.

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“O difícil, o extraordinário, não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé. Aquele gol que gostaríamos tanto de fazer, que nos sentimos maduros para fazer, mas que, diabolicamente, não se deixa fazer. O gol”, Carlos Drummond de Andrade, escritor, no Jornal do Brasil, em 1969.

“Após o quinto gol, eu queria era aplaudi-lo”, Sigge Parling, zagueiro sueco encarregado de marcar Pelé na final da Copa de 58.

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“Senti medo, um terrível medo quando vi aqueles olhos. Pareciam olhos de um animal selvagem, olhos que soltavam fogo”, Wolfgang Overath, jogador da seleção alemã nas Copas de 1966 e 1970.

“Muito prazer, sou o presidente dos Estados Unidos. Você não precisa se apresentar porque Pelé todo mundo sabe quem é”, Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, ao receber Pelé na Casa Branca, em 1982.

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“Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão, olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse”, Giacinto Fachetti, zagueiro italiano na Copa de 1970.

“Quando ele apanha a bola, e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento”, Nelson Rodrigues, escritor, em crônica publicada em 1958.

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“O Pelé calado é um poeta”, Romário, ex-jogador, em 2005, em resposta a Pelé recomendando sua aposentadoria.

“Eu sabia que Pelé era um Deus como jogador. Agora que eu o conheci, sei que também o é como pessoa”, Maradona, ex-jogador argentino, em 1979.

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“Pelé é um escravo. Vendeu seu coração para a Fifa. E depois, quando a Fifa o chuta, ele quer fazer amizade conosco, os jogadores”, Maradona, em 1997.