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Quem assume a camisa 10? Veja os favoritos para substituir Rodrygo na Seleção Brasileira

A lesão ocorreu durante uma partida da LaLiga e encerra precocemente a temporada do jogador no clube espanhol, deixando um vazio técnico imenso no esquema de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira às vésperas do Mundial

Ana Clara Durazzo

Publicado em 03/03/2026 às 14:00

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Com a lacuna aberta no setor ofensivo, o técnico Carlo Ancelotti enfrenta seu maior desafio tático desde que assumiu o comando / Rafael Ribeiro/CBF

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A notícia que todo torcedor brasileiro temia foi confirmada. O atacante Rodrygo, do Real Madrid, sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior e do menisco da perna direita. Com uma recuperação estimada em pelo menos seis meses, o 'Raio' está oficialmente fora da Copa do Mundo de 2026.

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A lesão ocorreu durante uma partida da LaLiga e encerra precocemente a temporada do jogador no clube espanhol, deixando um vazio técnico imenso no esquema de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira às vésperas do Mundial.

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Quem será o substituto? O debate ferve nos bastidores

Com a lacuna aberta no setor ofensivo, o técnico Carlo Ancelotti enfrenta seu maior desafio tático desde que assumiu o comando. A ausência de Rodrygo não retira apenas um titular, mas um curinga capaz de mudar jogos. Confira quem são os favoritos para a vaga:

  • Os Protagonistas: Com a saída de Rodrygo, o peso sobre Vinícius Jr. aumenta. Ele deve assumir o protagonismo total das alas.

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  • A Versatilidade: João Pedro e Matheus Cunha ganham força por serem jogadores móveis, que podem atuar tanto centralizados quanto pelas pontas.

  • A Experiência: Raphinha e Gabriel Martinelli são nomes de confiança que já conhecem a pressão de um ciclo de Copa.

A Hora dos Meninos: Estêvão e Luiz Henrique na mira

A grande expectativa recai sobre os jovens talentos que brilharam no Brasil. Estêvão (ex-Palmeiras) e Luiz Henrique (ex-Botafogo) aparecem como as opções de 'ousadia' que Ancelotti pode usar para manter o drible e a velocidade que Rodrygo oferecia.

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Cenário Tático: Sem Rodrygo, o Brasil perde em flutuação entre as linhas. O substituto terá que entregar a mesma intensidade nas transições rápidas para manter o sonho do Hexa vivo.

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