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Protagonismo no apito: Brasil terá a maior equipe de arbitragem do mundo na Copa 2026; veja nomes

Os três árbitros brasileiros convocados para o Mundial de 2026 foram Ramon Abatti Abel, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus

Ana Clara Durazzo

Publicado em 10/04/2026 às 09:30

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Além do trio principal, outros seis profissionais brasileiros foram selecionados como assistentes e VAR, totalizando nove representantes / DIvulgação/Fifa

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O Brasil estará fortemente representado na arbitragem da próxima Copa do Mundo. A FIFA anunciou nesta quinta-feira (9) a convocação de três árbitros brasileiros para o Mundial de 2026: Ramon Abatti Abel, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus.

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A competição será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, entre junho e julho de 2026, e terá o maior número de seleções da história, o que também amplia a importância do quadro de arbitragem.

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Além do trio principal, outros seis profissionais brasileiros foram selecionados como assistentes e VAR, totalizando nove representantes, o maior número entre todos os países participantes.

Brasil em destaque no apito

A presença expressiva reforça o protagonismo do país não apenas dentro de campo, mas também fora dele. O Brasil já tem tradição na arbitragem internacional, com nomes históricos que chegaram a apitar finais de Copa do Mundo, como Arnaldo Cezar Coelho (1982) e Romualdo Arppi Filho (1986).

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Na edição de 2022, realizada no Catar, o país contou com dois árbitros principais, cenário que agora é ampliado com três nomes confirmados para 2026.

Experiência e estreia

Entre os escolhidos, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus já têm experiência em Copas do Mundo, tendo atuado no Catar, em 2022. Já Ramon Abatti Abel fará sua estreia em Mundiais de seleções, após participações recentes em torneios internacionais, como o Mundial de Clubes e os Jogos Olímpicos.

Entre os escolhidos, Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus já têm experiência em Copas do Mundo

Polêmicas também fazem parte da trajetória

Apesar do reconhecimento internacional, os três árbitros acumulam episódios polêmicos ao longo da carreira, algo comum na profissão.

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Abatti Abel, por exemplo, foi afastado em competições nacionais após decisões contestadas envolvendo lances de pênalti. Já Wilton Pereira Sampaio também enfrentou críticas por erros em jogos decisivos do Campeonato Brasileiro. Raphael Claus, por sua vez, já esteve no centro de discussões após ser alvo de críticas públicas de jogadores em clássicos.

Esses episódios, no entanto, não impediram que os três construíssem carreiras sólidas e alcançassem o mais alto nível da arbitragem mundial.

Abatti Abel, por exemplo, foi afastado em competições nacionais após decisões contestadas envolvendo lances de pênalti

Arbitragem cada vez mais exigida

A escolha da Fifa leva em conta critérios rigorosos, como desempenho técnico, preparo físico, domínio das regras e capacidade de lidar com pressão em jogos de alto nível.

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Com o uso crescente de tecnologias como o VAR, a atuação dos árbitros se tornou ainda mais estratégica, exigindo decisões rápidas e precisas em partidas que mobilizam milhões de torcedores ao redor do mundo.

Expectativa para o Mundial

A Copa do Mundo de 2026 será histórica, não apenas pelo número recorde de seleções, mas também pela complexidade logística, já que será realizada em três países diferentes.

Nesse cenário, a arbitragem terá papel fundamental para garantir o equilíbrio das partidas e o Brasil chega com força máxima para representar o continente sul-americano dentro do apito.

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