Esportes
Previsão aponta um primeiro dia de boas ondas, assim como em Bells Beach! Porém, na ocasião, a WSL optou por não realizar baterias
Gabriel Medina foi o último brasileiro campeão em Margaret River! O tricampeão venceu por lá em 2023 / WSL
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A segunda parada do circuito mundial da World Surf League (WSL) em Margaret River coloca a liga em um cenário parecido com o de Bells Beach em relação à previsão de ondas.
A janela, programada entre os dias 16 e 26 de abril, começa com previsão de ondas grandes e condições favoráveis nas primeiras horas, mas com mudanças rápidas ao longo do dia.
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Isso traz uma dúvida que ainda está fresca no circuito. A WSL vai aproveitar ou esperar de novo como em Bells Beach?
A quinta-feira (quarta-feira à noite no Brasil) aparece como o principal ponto de atenção da previsão.
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A expectativa é de swell de sudoeste com séries acima dos 2,4 metros, período longo e vento terral nas primeiras horas, cenário que tende a oferecer boas condições logo cedo.
O problema é a duração. Ao longo do dia, o vento deve virar, passando de terral para lateral e, depois, maral, com intensidade moderada a forte.
Com isso, a tendência é de perda de qualidade ainda na mesma tarde. Existe uma janela. E ela pode ser curta.
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Miguel Pupo e Gabriela Bryan chegam na segunda etapa na liderança do ranking /WSLNa sexta-feira, o mar já aparece menor, na faixa de 4 a 6 pés, com possibilidade de boas condições apenas no início do dia.
O vento, que começa mais variável, tende a ganhar força rapidamente, o que pode comprometer a realização de baterias. É um dia que depende de timing.
Para sábado e domingo, o cenário segue aberto.
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Há previsão de ondas com energia, incluindo uma combinação de swell mais consistente, com séries entre 6 e 8 pés, mas o vento ainda aparece como fator decisivo.
O sábado tende a ser mais irregular, com mar mexido. Já o domingo surge como uma possível oportunidade, com condições mais organizadas, dependendo da intensidade do vento.
A partir do dia 20, o cenário muda de forma mais clara.
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A entrada de uma frente fria mais forte deve trazer uma sequência de ventos desfavoráveis, que mudam de direção ao longo dos dias, passando por norte, oeste, noroeste e sudoeste.
Na prática, isso significa mar mexido em boa parte da semana.
Mesmo com a chegada de ondas grandes, principalmente na terça-feira, a tendência é de condições difíceis, com pouca qualidade para competição. Isso abre a possibilidade de dias consecutivos sem disputa.
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Na reta final do evento, entre os dias 24 e 26, existe uma sinalização de melhora.
A entrada de um sistema de alta pressão pode organizar o vento e trazer condições mais limpas, embora com menor tamanho de onda.
Ainda assim, a previsão para esse período tem menor grau de confiança. Confira como funcionam as ondas em Margaret River abaixo no canal da WSL.
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