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Previsão de ondas para a etapa de Bells Beach vira problema para a WSL

Previsão indica início em Bells Beach já nesta terça-feira (31), mas vento e instabilidade devem impactar o restante da janela

Thiago Felipe Camargo

Publicado em 31/03/2026 às 15:08

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Gabriel Medina e Yago Dora durante a coletiva de imprensa em Bells Beach / WSL

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A espera pelo retorno do circuito mundial da World Surf League (WSL) finalmente acabou. Após sete meses de pausa, a janela para a etapa de Bells Beach começa nesta terça-feira (31) no Brasil, já quarta-feira (1), na Austrália.

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No entanto, apesar do otimismo com o retorno, a previsão de ondas para a etapa não é das melhores e será um problema para a WSL.

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De acordo com os principais modelos do mundo, o único dia bom do início da janela é justamente nesta terça-feira (31).

Previsão de ondas para Bells Beach: evento pode começar nesta terça-feira (31)

O primeiro dia de Bells Beach, evento que foi marcado por uma grande polêmica na última vez que Medina esteve lá, deve apresentar ondas irregulares, mas surfáveis, na faixa de 1 a 1,5 metro de face, podendo chegar a séries um pouco maiores.

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O swell predominante vem de sul/sudoeste, com vento terral soprando de norte a noroeste, o que favorece a formação das ondas. Ao longo do dia, o vento tende a ficar mais variável, mas ainda dentro de um cenário positivo.

Com maré cheia no meio do dia, existe a possibilidade de um dia completo de competição, com destaque para Winkipop como opção principal, dependendo do encaixe das condições.

Gabriel Medina, Yago Dora, Molly Picklum, Jack Robinson e Carissa Moore na coletiva em Bells BeachGabriel Medina, Yago Dora, Molly Picklum, Jack Robinson e Carissa Moore na coletiva em Bells Beach / WSL

Previsão piora depois e vento pode atrapalhar 

Após a possível abertura, a tendência é de paralisação. A quarta-feira (1) deve ter ondas menores, com energia fraca, mesmo com vento favorável.

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Já na quinta-feira (2), a aproximação de um sistema de instabilidade deve piorar as condições, com vento mais desorganizado e mar mexido.

A partir de sexta (3) para sábado (4), um novo swell começa a atuar na região, trazendo ondas na faixa de até 4 pés (cerca de 1,2 metro a 1,5 metro, podendo passar da cabeça).

Apesar do aumento no tamanho, o vento ainda deve interferir, deixando o mar mais irregular. Mesmo assim, há chance de realização de baterias, caso o vento diminua ao longo do dia.

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Bells Beach pode retornar no sábado 

No sábado, a previsão indica ondas ainda na linha da cabeça, sustentadas por um novo pulso de sul/sudoeste.

Por outro lado, o vento nordeste deve atuar como lateral nas direitas de Bells e Winkipop, prejudicando a qualidade das ondas.

Próxima semana será decisiva para o final da etapa

A partir de domingo (5), o mar tende a perder força momentaneamente, com ondas menores e melhores condições de vento.

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Já entre segunda (6) e terça (7), um novo swell ganha força, com ondas voltando para a faixa de 1 metro ou mais, novamente com vento favorável nas primeiras horas do dia.

Esses dias aparecem como fortes candidatos para a realização da competição.

Para os últimos dias da janela, os modelos indicam a formação de um sistema mais consistente no oceano, que pode gerar um swell mais significativo.

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