Palmeiras encara “rival ideal” para iniciar arrancada salvadora

As duas vitórias sobre o Botafogo nesse Brasileirão faz a torcida acreditar que é possível continuar na série A.

Comentar
Compartilhar
04 NOV 201211h42

A tarefa de se salvar de um rebaixamento não tem sido nada fácil para o Palmeiras. Gilson Kleina ainda está à espera de uma sequência de quatro vitórias - que, se antes serviria para encher o time de moral, agora é imprescindível para a permanência na Série A do Campeonato Brasileiro.

Para conseguir tal façanha, inédita para a campanha palmeirense neste Nacional, o time conta com o otimismo de enfrentar nesta rodada um adversário que tem sido sua vítima, o Botafogo.

A partida deste domingo (04), na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), a partir das 17 horas, será a quarta vez que os times se encontrarão em 2012. Contra o time carioca, o Palmeiras construiu alguns de seus melhores momentos.
 
Foram duas vitórias com bom futebol e Barcos como destaque. Na única derrota (3 a 1, no Engenhão) quem saiu feliz foi o Palmeiras, por ter eliminado o rival da Copa Sul-Americana.
 
A situação agora, no entanto, é bem diferente. O Botafogo, apesar de toda irregularidade que demonstrou na temporada, ainda sonha com uma vaga na Copa Libertadores, alimentado por chances matemáticas e pela fé de que os sete pontos que o separam do São Paulo (o último do G4) ainda podem ser tirados.
 
O Palmeiras já venceu o Botafogo duas vezes neste Brasileiro por 2 a 0 e 2 a 1, com todos os gols  marcados por Barcos (Foto: Jefferson Bernardes/Preview.com)
 
Já o Palmeiras, que nos três primeiros confrontos contra o Botafogo ainda vivia uma fase de celebração pelo título da Copa do Brasil, agora entra na fase do desespero para se livrar da queda.
 
Esse desespero, aliás, tem preocupado Gilson Kleina. Para o treinador palmeirense, a fragilidade psicológica do time tem sido um ponto fraco bastante explorado pelos adversários. “Todos falam em se aproveitar do desespero do Palmeiras. E nós não podemos deixar que isso aconteça”, disse.
 
Futuro incerto no Palmeiras não leva Gilson Kleina a se arrepender
 
Contratado para ser o salvador do Palmeiras na reta final do Campeonato Brasileiro e manter o time na Série A, Gilson Kleina não sabe qual será o seu futuro profissional. Sua permanência no clube, além de atrelada a resultados em campo, também depende das sempre turbulentas eleições presidenciais, em janeiro.
 
O técnico palmeirense, no entanto, assegura que nada disso o preocupa e que não há arrependimento de ter aceitado o convite para comandar o time na luta contra o rebaixamento. “Não sei se minha passagem aqui será de dois, três ou 15 meses. Eu quero fazer o melhor possível”, disse Gilson Kleina.

Colunas

Contraponto