Oswaldo vê empate na Copa do Brasil como aprendizado para novatos

"A gente tem que admitir que são jogadores jovens, que não tem atuado oficialmente com tanta repetição. Mas são qualificados e tiveram uma experiência boa”, comentou o técnico

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03 ABR 201413h10

Oswaldo de Oliveira recorreu, na noite desta quarta-feira, a um time ainda mais jovem do que aquele utilizado pelo Santos no Campeonato Paulista. Priorizando a final estadual com o Ituano, o técnico considerou positiva a experiência que os seus reservas tiveram no empate sem gols com o Mixto, na Arena Pantanal, pela Copa do Brasil.

“É um aprendizado, algo importante para o crescimento deles. A gente tem que admitir que são jogadores jovens, que não tem atuado oficialmente com tanta repetição. Mas são qualificados e tiveram uma experiência boa para que prossigam as suas carreiras e melhorem nas próximas oportunidades”, comentou Oswaldo.

O meio-campista Alan Santos foi um dos que tiveram a chance de defender o Santos no jogo de ida da primeira fase da Copa do Brasil. Tranquilo após a apresentação, ele não chegou a lamentar o fato de o seu time não ter eliminado o jogo de volta do mata-mata. “Está bom. Não conseguimos a classificação antecipada, mas vamos focar no Campeonato Paulista. Pensaremos na Copa do Brasil depois. Decidiremos na Vila Belmiro, onde somos muito fortes. Os números mostram isso”, comentou.

Mas a equipe santista não contava apenas com suplentes na Arena Pantanal. O goleiro Aranha pediu para enfrentar o Mixto, enquanto os laterais Cicinho e Mena foram utilizados porque cumprirão suspensão na final com o Ituano deste domingo, no Pacaembu. No segundo tempo, os novatos do Santos ainda ganharam o reforço do veterano Léo, recuperado de contusão.

O atacante Rildo foi titular no jovem time que o Santos utilizou contra o Mixto (Foto: Edson Rodrigues/Secopa-MT/Divulgação)

Para Aranha, o saldo da viagem do Santos para o Centro-Oeste foi positivo. “Valeu pelo bom jogo que a gente fez. Não marcamos o gol, mas criamos muitas oportunidades e jogamos bem ofensiva e defensivamente. Futebol é assim. Nem sempre dá certo. Faltou um pouco de sorte”, analisou.

Ao ouvir que a sorte era a culpada pelo 0 a 0 com o Mixto, Oswaldo de Oliveira retrucou e deu mais uma lição a jovens e experientes do Santos: “Sorte? Que nada. Deveríamos ter feito o gol”.