Odílio tenta explicar declaração de que tem vergonha da Vila Belmiro

Ontem, o presidente santista, ao não perceber que a entrevista ao programa Bate-Bola acontecia ao vivo, falou sobre os problemas com o estádio Urbano Caldeira

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10 SET 201416h46

Um dia após dar uma polêmica entrevista à Espn Brasil, Odílio Rodrigues tentou explicar a declaração de que teria vergonha da Vila Belmiro. O presidente santista, ao não perceber que a entrevista ao programa Bate-Bola acontecia ao vivo, falou sobre os problemas com o estádio Urbano Caldeira e acabou gerando forte reprovação dos torcedores alvinegros.

"Venho esclarecer que nunca disse e muito menos senti vergonha da nossa Vila Belmiro em momento algum da minha vida. Pelo contrário, tenho orgulho por tudo o que ela representa para cada um de nós santistas e para o futebol brasileiro. Uma declaração minha, dita ontem (terça) no programa da ESPN, foi usada fora de contexto e de forma indevida por alguns veículos de comunicação”, diz nota enviada pela assessoria de imprensa do Peixe.

“Quando disse tenho vergonha, em hipótese alguma me referi ao estádio. Eu explicava que muitas vezes nós recebemos os presidentes de outros clubes, em dias de jogos, e por não termos um acesso diferenciado, os presidentes acabam sendo xingados pelas torcidas enquanto se dirigem aos camarotes. Já recebi inclusive queixas de muitos presidentes pelo local destinado a eles na Vila Belmiro. Ainda complementei: isso não é bom para o futebol", concluiu Odílio Rodrigues, na nota enviada aos veículos de comunicação.

Odílio afirmou ontem que 'tem vergonha da Vila Belmiro' (Foto: Divulgação/Santos FC)

Confira a declaração do mandatário à Espn na noite de terça-feira e publicada no mesmo dia pelo Diário do Litoral, na íntegra:

“A Vila Belmiro é um estádio hoje de acesso ruim, não tem onde estacionar, você não tem conforto, você não dá segurança. Eu tenho vergonha, gostaria de receber os presidentes de outros clubes lá, eu sei que eles vão ter que ficar num lugar lá e os caras vão ficar xingando eles e tal. Isso não é legal para o futebol”.