Muricy promete mudar escalação: “Não dá para continuar assim”

Depois da derrota de quarta-feira, o São Paulo volta a jogar neste domingo, contra o Linense, pelo Campeonato Paulista

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27 MAR 201516h24

Mantido no cargo em meio à crise deflagrada pela derrota para o Palmeiras, Muricy Ramalho passa agora a pensar em uma nova forma para o São Paulo jogar. O técnico tricolor manifestou nesta sexta-feira sua intenção de alterar a equipe, mas não citou os nomes de quem pode perder espaço.

“É difícil explicar. Temos um bom time, este jogo (contra o Palmeiras) foi atípico, pois tomamos um gol aos três minutos e tivemos jogador expulso pouco depois. Mas continuamos buscando o time ideal e vamos mexer, porque o que estamos jogando é pouco, não dá para continuar como está. Há um ano e meio, quando cheguei, ninguém acreditava também, mas conseguimos”, afirmou, lembrando de quando salvou o time do rebaixamento, no Brasileiro de 2013.

Depois da derrota de quarta-feira, o São Paulo volta a jogar neste domingo, contra o Linense, pelo Campeonato Paulista. Em seguida, na quarta, o Tricolor enfrenta o San Lorenzo, em Buenos Aires.

Muricy prometeu mudar a escalação do São Paulo (Foto: Divulgação)

O treinador deve escalar uma equipe bastante modificada no Estadual por conta da prioridade ao torneio continental. A expectativa fica para o jogo na Argentina, quando o técnico deve exibir a nova equipe titular. Nesta sexta-feira, o comandante não deu mostras da equipe, pois os jogadores fizeram apenas trabalhos físicos e técnico, sem qualquer movimentação tática.

Além das mudanças de Muricy, o vice-presidente de futebol do clube, Ataíde Gil Guerreiro, também vai tentar reerguer o grupo. O dirigente promete conversar com cada atleta para melhor o rendimento em campo, mas o treinador alega não saber do plano do chefe.

“Não foi explicado para mim, é uma novidade o que você (jornalista) está falando. No futebol, temos que dialogar e, às vezes, pegar mais duro. Quando não dá, temos de mudar a maneira de jogar e os jogadores, só nisso que acredito. Ser muito radical não resolve muita coisa. Se não está jogando bem, tem que mudar”, completou.