Missão de Kleina é fazer time sentir dor da torcida no rebaixamento

Quase todo o elenco participou da fracassada campanha, e o treinador deseja que tenham entendido como o torcedor sofreu.

A pré-temporada do Palmeiras está em seu antepenúltimo dia, e a esperança de Gilson Kleina é que ele tenha conseguido passar aos jogadores o peso do rebaixamento no Brasileiro. Quase todo o elenco participou da fracassada campanha, e o treinador deseja que tenham entendido como o torcedor sofreu com a queda para a segunda divisão.

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“Houve um grande título quando eu não estava aqui e tivemos um término de ano ruim. Esse sentimento tem que ficar. Caímos com um grande, e isso tem que ser revertido”, disse o técnico, minimizando o peso da conquista da Copa do Brasil em julho sob o comando de Luiz Felipe Scolari diante do que ocorreu no segundo semestre.

“Nos meus poucos dias de férias, por onde passei vi o sentimento do torcedor, o que ele espera do Palmeiras em 2013. É uma responsabilidade que já está dentro de mim. Não vamos repetir os erros do ano passado”, completou o treinador, à frente da equipe nas 13 últimas rodadas da liga nacional.

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No convívio diário com os jogadores, que se concentraram em um hotel entre os treinamentos na Academia de Futebol, Kleina espera que todos tenham entendido a importância de se ter responsabilidade nesta temporada. O recado inclui cuidados fora de campo, mesmo durante a folga.

“Acontecem problemas em outros clubes, mas aqui tende a vazar mais. O que é importante é ter uma relação de verdade com os jogadores e avaliar o desempenho e também o extracampo. Os jogadores têm que participar do que gosta e prefere fazer, mas no momento adequado”, definiu o comandante, elogiando seus atletas.

“Os jogadores que fazem parte deste elenco são ou terão condições de serem selecionáveis em seus países se todos resgataram o futebol convivendo com vitórias. Este é o sentimento de grande clube”, definiu, ressaltando que a diretoria tem feito sua parte, ao menos, pagando os salários em dia.

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“Você não tem que se sentir desvalorizado, mas com um orgulho muito grande de trabalhar no Palmeiras. Não é mérito, mas o Palmeiras está religiosamente em dia com premiações, deveres e compromisso. Não há problema nenhum neste sentido financeiro”, comentou.