Depois de terminar na quarta colocação da maratona aquática, uma decisão extra-prova contribuiu ainda mais para a história ser feita. Segunda colocada da prova, a francesa Aurelie Muller foi desclassificada por um movimento ilegal e Poliana Okimoto, do Brasil, ficou com o bronze da competição.
Na batida final, a francesa se apoiou na italiana Rachele Bruni para conseguir chegar à segunda colocação. Com a decisão, a italiana também ganha uma posição e ficará com a prata.
A delegação francesa terá agora meia hora para recorrer da decisão. Com o resultado, Poliana entra para a história da natação brasileira como primeira medalhista mulher em provas aquáticas.
