Após suspense em anunciar os artistas que farão o intervalo balançar na final da Copa do Mundo de 2026, no México, Canadá e Estados Unidos, a FIFA publicou nesta quinta-feira (14) os escolhidos para agitar os torcedores presentes na arquibancada: Shakira, Madonna e o grupo sul-coreano BTS.
Futebol americano é espelho
A ideia da entidade máxima do esporte tem como objetivo atrair e instigar o público no estilo das finais do futebol americano com o Super Bowl, da NFL, que é conhecido pelos grandes shows e apresentações musicais em janelas de pausa durante a partida decisiva.
Além disso, a FIFA também anunciou que fará as aberturas do torneio espalhados nos três países-sede do torneio, com Anitta, Katy Perry e Lisa já confirmadas para as festividades iniciais.
No entanto, uma dúvida paira sobre a logística do evento e preocupa os torcedores. O impasse deve-se ao curto tempo de intervalo em relação a apresentações musicais, que demandam mais de 15 minutos de atração, período utilizado durante as pausas dos jogos de futebol.
A final da Copa de 2026 está prevista para acontecer no estádio MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. O palco é a casa dos New York Jets e New York Giants, clubes da região que disputam o campeonato da NFL.
Além disso, o Brasil também fará sua estreia na competição no estádio, contra a equipe do Marrocos, no dia 13 de junho.
Shakira rei das Copas
Mais uma vez a colombiana é escolhida para assumir o trono de ‘capa de revista’ durante o evento, onde já foi selecionada para criar a música da Copa em duas oportunidades: “Waka-Waka”, em 2010 e “La La La”, na Copa de 2014, no Brasil.
A cantora também lançou recentemente a música oficial do Mundial deste ano, com clipe gravado no estádio do Maracanã, em parceria com Burna Boy, ampliando ainda mais sua relação com o torneio e se tornando ‘figurinha carimbada’ no evento.
Ideia já testada antes
Com o objetivo de explorar novos formatos, a FIFA já realizou testes em ocasiões passadas para implementar os megashows no intervalo dos jogos.
Anteriormente, no Mundial de Clubes, que aconteceu em 2025 nos Estados Unidos, serviu como laboratório já em projeção para a Copa deste ano. Na ocasião, Doja Cat, J Balvin e Tems foram os escolhidos para animar o torneio.
Maior Copa do Mundo da história
A iniciativa inovadora em usar intervalos como show de atração não é a única revolução para o torneio, que passará a conter 48 seleções, contra 32 das edições passadas.
Ainda mais, a ideia de unir três países como ‘casa’ do torneio e dividir os jogos entre eles, pode dar sorte à Seleção Brasileira, que está a 24 anos sem conquistar a Copa do Mundo.

Sendo assim, a última vez que a Copa foi sediada em mais de um país foi em 2002, com Coréia do Sul e Japão, com o Brasil se sagrando pentacampeão mundial.














