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Defesa compensa má fase do ataque, mas goleiro divide os méritos

O gol do Red Bull Brasil, em lance de bola parada, na terceira rodada da competição, foi o único sofrido pelo alvinegro praiano até aqui

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19 FEV 201514h06

Famoso por revelar grandes atacantes e sempre priorizar o futebol ofensivo e alegre, o Santos de 2015 tem deixado um pouco de seu DNA de lado neste início de temporada. Em cinco partidas pelo Campeonato Paulista até aqui, o Peixe marcou ‘apenas’ seis gols. Robinho e Thiago Ribeiro ainda não balançaram as redes, enquanto Ricardo Oliveira deixou sua marca uma única vez, de pênalti. Um gol contra feito pelo zagueiro Fabiano Eller, do Red Bull Brasil, também deu uma ‘força’ para a estatística santista. Além disso, duas partidas, contra Mogi Mirim e São Paulo, acabaram com o empate sem gols.

Por outro lado, a defesa vai muito bem. O gol do mesmo Red Bull Brasil, em lance de bola parada, na terceira rodada da competição, foi o único sofrido pelo alvinegro praiano até aqui. E o saldo de gols é ainda mais positivo porque Chiquinho e David Braz, ambos jogadores da linha de trás do time, já marcaram uma vez cada um no Paulistão.

"O mérito é de todos. A marcação começa lá na frente, os atacantes ajudam. Mérito de todos", disse o goleiro Vanderlei, que chegou ao clube para substituir Aranha e, por enquanto, tem tido pouco trabalho. Mesmo assim, o camisa 1 mantém a serenidade.

(Foto: Ricardo Saibun/Santos FC)

"A exigência contra os pequenos está sendo grande. Vitórias apertadas, difíceis. Eles jogam o jogo da vida deles. Também têm os clássicos. Estamos procurando fazer nosso melhor, independente do jogo", comentou.

Para fechar com o Santos, Vanderlei deixou o Coritiba após quase mais de 300 jogos e quase oito anos no clube paranaense. E em poucos duelos pelo Paulistão, Vanderlei já consegue comparar os Regionais.

"O Campeonato Paulista é um dos melhores do país, as equipes do interior são fortes. Nossa chave não está pontuando muito, mas temos que pensar no nosso, não nos adversários. Tem que pontuar o quanto puder. No Paranaense, o estilo de jogar é diferente. Lá é mais curto, mas aqui é mais forte. E dá uma visibilidade muito boa”, explicou o goleiro.