Damião e Kardec fazem encontro de "atiradores de elite" neste domingo

Alan Kardec e Leandro Damião são amigos, como revelou o jogador do Palmeiras, que preferiu nem fazer apostas com ele sobre o clássico

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23 MAR 201413h10

Neste domingo, na Vila Belmiro, deverão estar dois centroavantes que podem até não disputar a Copa do Mundo, mas mostraram qualidade para almejar a Seleção Brasileira. Leandro Damião, do Santos, e Alan Kardec, do Palmeiras, se destacam no clássico por suas condições de finalização.

“São dois definidores que, dentro da área, são letais. Dificilmente erram. São atiradores de elite”, descreveu Gilson Kleina. “Têm características diferentes, mas são centroavantes perigosos que fazem diferença em clássico ou qualquer jogo. Às vezes, a bola não chega tanto a eles em algum jogo, mas, quando chega, definem a partida.”

No Campeonato Paulista, o camisa 14 do Verdão tem sido mais útil. Balançou as redes sete vezes, atrás só de Luis Fabiano, do São Paulo, e Léo, do Rio Claro, ambos com nove e líderes na artilharia da competição. Leandro Damião, que demorou a estrear e engrenar no Peixe, só fez quatro gols, mas é peça importante do melhor ataque do torneio.

“Não tive a oportunidade e o privilégio de trabalhar com o Leandro Damião, mas me falam muito bem desse garoto. É um jogador que já provou sua qualidade, tanto que já esteve na Seleção Brasileira”, elogiou Gilson Kleina, prevendo que seu comandado também vestirá a camisa verde e amarela em breve.

Centroavantes se encontram (Fotos de Ivan Storti/Divulgação SantosFC e Ale Cabral/O Dia)

“O crescimento do Alan Kardec no Palmeiras foi notório. Tem várias virtudes dentro e fora de campo, com uma postura altamente profissional e comprometida. Ele me chamou atenção por ter recursos de criatividade, definição, cabeceio. Muito atributos que podem levá-lo à Seleção, o Palmeiras o conduziu a ter esse status”, apontou.

Alan Kardec e Leandro Damião são amigos, como revelou o jogador do Palmeiras, que preferiu nem fazer apostas com ele sobre o clássico. Mas, como seus colegas, tem a esperança de ser mais decisivo do que ele. “Espero que o Alan Kardec esteja em uma tarde feliz e, só futuramente, isso ocorra para o Damião”, sorriu Kleina.