Com Renato afastado há 3 meses, Santos segue sem definir cargo de executivo

Indicado pelo ex-técnico Cuca para assumir a função no Santos, Renato pendurou as chuteiras no final do ano passado para se dedicar ao posto.

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29 JUN 2019Por Folhapress19h57
O ex-volante Renato, oficializado como dirigente em setembro do ano passado.Foto: Divulgação/Santos FC

A indefinição no cargo de executivo de futebol no Santos continua. O ex-volante Renato, oficializado como dirigente em setembro do ano passado, quando ainda acumulava a função de jogador, segue afastado do clube por problema pessoais e já não aparece há mais de três meses. Indicado pelo ex-técnico Cuca para assumir a função no Santos, Renato pendurou as chuteiras no final do ano passado para se dedicar ao posto.

Inicialmente, até participou de algumas negociações, mas depois de um tempo passou a aparecer no clube apenas para apresentar novos reforços na ausência do presidente José Carlos Peres.

De três meses para cá, Renato não foi mais visto, e, apesar de José Carlos Peres afirmar publicamente que ele está 'ajudando de longe', fato é que o ex-jogador não exerce mais a função na Vila Belmiro. A princípio, não há sinal de que o ídolo retome os trabalhos. No começo do ano, Renato chegou a pedir para deixar o clube por conta dos problemas de cunho pessoal, mas a cúpula santista lhe deu suporte e preferiu mantê-lo - ainda que afastado do dia a dia.

Hoje, as funções do executivo de futebol são, basicamente, centralizadas no próprio presidente José Carlos Peres. Indicado por Jorge Sampaoli e contratado em janeiro deste ano como gerente administrativo, Gabriel Andreata iniciou os trabalhos dando suporte ao técnico, mas hoje, com a ausência de Renato, já até tomou parte de algumas obrigações do executivo de futebol.

Vale lembrar que o Santos não vem dando muita sorte com executivos de futebol. Sobrinho de Raí, Gustavo Vieira foi contratado para o cargo em dezembro de 2017, mas teve problemas com o presidente Peres e foi demitido em fevereiro seguinte. Em junho do ano passado, o clube trouxe Ricardo Gomes, que também não durou muito tempo; depois de pouco mais de dois meses, o ex-zagueiro aceitou uma oferta do Bordeaux, da França.

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