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Ceni quer reduzir elenco, mas não descarta “reforço de impacto”

Assim como já havia indicado em sua apresentação, em dezembro de 2016, Ceni entende a importância dos investimentos feitos nas categorias de base do clube

Rogério Ceni pretende reduzir elenco, mas vê reforço de peso com bons olhos / Fernando Dantas/Gazeta Press

Chateado pelas eliminações de sua equipe na Copa do Brasil e no Campeonato Paulista, o torcedor do São Paulo não pode criar expectativas por contratações para a sequência da temporada. Pelo contrário. O técnico Rogério Ceni vê a possibilidade de até diminuir o elenco atual de 34 jogadores e não solicitará novos atletas à diretoria, apesar de ver com bons olhos a chegada de um reforço de peso.

“Não falo sobre posições. Nosso elenco tem 34 jogadores, alguns no departamento médico, outros meninos. Queremos diminuir um pouco esse número para o (Campeonato) Brasileiro. Se existir a possibilidade de algum reforço de impacto, a gente estuda o caso. Senão, o elenco é esse que temos”, disse o treinador, nesta sexta-feira, em sua terceira coletiva de imprensa no CCT da Barra Funda desde que se tornou técnico.

Assim como já havia indicado em sua apresentação, em dezembro de 2016, Ceni entende a importância dos investimentos feitos nas categorias de base do clube e, por isso, não abre mão de compor o plantel com jogadores formados em Cotia.

No início deste ano, Junior Tavares, Araruna, Shaylon, Lucas Perri foram promovidos para o time de cima, sem contar as revelações que já integravam o grupo desde a última temporada, como Lucas Fernandes e Luiz Araújo.

“Eu penso que um clube precisa ter uma espinha dorsal com peças mais experientes. Quando você não tem a possibilidade de ter um determinado atleta, você busca na base. Leva mais tempo, mas é uma alternativa importante, que sempre traz retorno financeiro para o clube. Cada caso é um caso, alguns estão sendo muito utilizados”, explicou.

“O Araújo jogou 65% dos jogos. O Lucas Fernandes voltou de lesão e ainda não recuperou seu ritmo, tanto que atuou pelo time sub-20, como o Shaylon e outros três que desceram. Com um elenco grande, você acaba gerando insatisfação, por isso digo que é preciso ter um grupo mais reduzido. Alguns voltam para a base, outros vem e gente vai observando para o dia que precisar de alguma peça”, acrescentou, antes de apontar o número ideal de jogadores com o qual pretende trabalhar.

“Acredito que você possa trabalhar bem no dia a dia com 25 jogadores, com alguns da base. A gente já trabalhou com um time inteiro de atletas sub-20 ano. Já tenho noção das características de cada um. Vinte e nove, contando com os quatro goleiros. Assim, é possível dar atenção a todos”, concluiu.

Sem ter conseguido classificar o São Paulo para as fases seguintes do Paulistão e da Copa do Brasil, Rogério Ceni terá mais 13 dias para fazer os ajustes necessários no time, que voltará a campo só em 11 de maio para enfrentar o argentino Defensa y Justicia, no Morumbi, pelo duelo de volta da primeira fase da Copa Sul-Americana. No dia 14, o adversário será o Cruzeiro, no Mineirão, pela estreia no Campeonato Brasileiro.

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