Carille se emociona com possível primeiro título de Itaquera

A possibilidade de conquistar a primeira taça da história do estádio de Itaquera, porém, mexe com o coração do treinador

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01 MAI 2017Por Gazeta Press15h00
A possibilidade de conquistar a primeira taça da história do estádio de Itaquera, porém, mexe com o coração do treinadorA possibilidade de conquistar a primeira taça da história do estádio de Itaquera, porém, mexe com o coração do treinadorFoto: Djalma Vassão/Gazeta Press

O técnico Fábio Carille evita falar em título e não quer que os seus jogadores diminuam a intensidade nos treinamentos devido à vantagem de 3 a 0 conquistada na partida de ida do Campeonato Paulista, no domingo, contra a Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli. A possibilidade de conquistar a primeira taça da história do estádio de Itaquera, porém, mexe com o coração do treinador.

“Vou levar com muita seriedade essa semana para que a gente não faça nada durante a semana que diminua o nosso ritmo. Mas não posso negar que vai ser uma emoção muito grande, principalmente para mim, se a gente conquistar o título no nosso estádio”, disse Carille, que já comandou o time em algumas disputas vitoriosas no local, mas um título seria algo maior do que os triunfos anteriores.

“Tivemos algumas eliminações, mas algumas vitórias também foram marcantes. Ano passado mesmo, ganhando do Fluminense na Copa do Brasil, vitória importante. Mas os jogos de Libertadores que ficam marcados realmente”, afirmou o comandante.

O Alvinegro já até levantou uma taça em Itaquera, a do Brasileiro de 2015, entregue logo após a goleada por 6 a 1 sobre o São Paulo, mas o título em si foi conquistado na rodada anterior, quando os comandados de Tite empataram por 1 a 1 com o Vasco em São Januário. Dessa forma, uma conquista frente à Ponte seria a primeira final vencida pelo clube no seu estádio, construído em 2014.

Para esse duelo, o treinador já sabe que não terá à disposição o volante Gabriel e o meia Rodriguinho, ambos suspensos por terem levado o terceiro cartão amarelo na partida em Campinas. O balanço, na avaliação do treinador, porém, foi positivo, evitando que outros sete atletas “pendurados” tivessem de cumprir suspensão no duelo da volta.

Para a função de Gabriel, Carille já deixou claro que Paulo Roberto ocupará a função. No meio, Camacho, Marquinhos Gabriel e Pedrinho são opções com características de armadores, enquanto Clayton e Léo Jabá são as alternativas de velocidade, que fariam com que Jadson fosse centralizado e o time jogasse com dois atletas rápidos nas pontas.

Por fim, Carille ainda espera por Fagner, que será julgado nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-SP) pelo entrevero que teve com o meia Cueva, do São Paulo, durante a semifinal do Estadual. Caso seja punido e o Timão não consiga o efeito suspensivo, Léo Príncipe entra na sua vaga.