Após queda de rendimento, Diniz e Raí são demitidos no São Paulo

Ao longo de 16 meses, Fernando Diniz dirigiu a equipe em 74 partidas, com 34 vitórias, 20 empates e 20 derrotas

O São Paulo demitiu o técnico Fernando Diniz nesta segunda-feira (1º). Raí, Executivo de Futebol desde o fim de 2017, também optou por deixar o cargo, em que ficaria até o fim do Campeonato Brasileiro, de forma imediata. Também serão desligados o preparador físico Wagner Bertelli e os auxiliares Marcio Araújo e Eduardo Zuma, que chegaram ao clube junto com o treinador.

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Ao longo de 16 meses, Diniz dirigiu a equipe em 74 partidas, com 34 vitórias, 20 empates e 20 derrotas. Márcio Araújo esteve no banco em outras três ocasiões em que o treinador cumpria suspensão: uma vitória, um empate e uma derrota.

Em nota, o São Paulo agradeceu aos profissionais pelo trabalho e pela dedicação demonstrados durante todo o período em que defenderam as cores do Tricolor Paulista.

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Sem pressa

A falta de perspectiva de reação do São Paulo foi o fator preponderante para a diretoria demitir Fernando Diniz. Essa foi a justificativa do presidente Julio Casares para a saída do treinador a cinco rodadas do fim do Campeonato Brasileiro. Enquanto não define o nome do substituto de Diniz, o São Paulo será dirigido por Marcos Vizolli, antes técnico do sub-19 e que em dezembro foi alçado ao cargo de auxiliar da comissão técnica. E o dirigente evitou traçar o perfil do treinador que vai ser procurado pela nova gestão do clube.

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Confiança em Dani Alves

O presidente do São Paulo, Julio Casares, garantiu estar satisfeito com o desempenho esportivo de Daniel Alves. Em entrevista coletiva para explicar a saída do técnico Fernando Diniz, o dirigente fez elogios ao jogador e assegurou a permanência do meio-campista, prometendo quitar a pendências financeiras com os meio-campistas.