Após iniciar briga na Copa do Brasil, Rondinelly se diz bem recebido

Em 2010, o meia deu um carrinho que derrubou Barcos, foi expulso e iniciou a confusão na semifinal da Copa do Brasil em que o Grêmio foi eliminado

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21 FEV 201312h11

O último reforço apresentado pelo Palmeiras já chamou atenção em um jogo do time, mas de forma negativa. Em 21 de junho do ano passado, o meia deu um carrinho que derrubou Barcos, foi expulso e acabou iniciando a confusão na semifinal da Copa do Brasil em que o Grêmio foi eliminado. Mas, aparentemente, os remanescentes não guardam mágoas do lance.

“Fui muito bem recebido pelo elenco”, disse Rondinelly, que agora será colega de 11 atletas relacionados com frequência há quase um ano: os goleiros Bruno e Raphael Alemão, os laterais Juninho e Fernandinho, os zagueiros Henrique, Mauricio Ramos e Leandro Amaro, o volante Márcio Araújo, os meias Valdivia e Patrik e o atacante Maikon Leite.

Entre esses, quem mais se prejudicou com a ação de Rondinelly foi Henrique. Após o meia dar um carrinho e ainda puxar o calção de Barcos, o argentino foi atingido no rosto por uma chuteira e, no meio da confusão, Henrique levou um soco de Edilson, que também foi expulso. Logo depois, porém, o zagueiro recebeu cartão vermelho.

Meia diz que foi bem recebido no elenco, que tem 11 remanescentes da confusão na Copa do Brasil (Foto: AE)

Aquele jogo na Arena Barueri e a vitória palmeirense em Porto Alegre no primeiro duelo já foram assunto dos colegas com Rondinelly no Verdão. “Teve comentários. Foram dois jogos bastante complicados”, comentou o meia, preferindo exaltar o sucesso de seu atual clube. “O Grêmio era favorito, mas o Palmeiras mostrou a grandeza de um clube copeiro. Surpreendeu muitos que não acreditavam e mostrou que no futebol acontecem coisas imprevisíveis.”

O que o jogador mais destaca é que entra em um elenco animado pela estreia com vitória na Libertadores e o empate com o Corinthians. Além disso, volta a conviver com Vilson, Léo Gago e Leandro, ex-companheiros de Grêmio que também assinaram até dezembro. “Cheguei aqui em um momento bom. E ajuda o fato de conhecer alguns, ter algumas amizades”, admitiu.

Tanto a confusão no ano passado quanto a presença do clube na Série B do Brasileiro não tiveram peso nenhum na decisão do meia em aceitar ser emprestado pelo Grêmio. “Em momento algum hesitei. Desde quando soube da possibilidade de vir para o Palmeiras, de vestir essa camisa de tradição, um clube grande, não pensei duas vezes”, garantiu Rondinelly.