Após chorar com ausência na final, Arouca diz se tratar até em casa

"Tratei 24 horas por dia, mas a lesão foi grave e o intervalo era curto entre os dois jogos, não deu para atuar”, lembrou o volante

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05 MAI 201515h42

Na semana passada, Arouca chorou ao saber que o estiramento sofrido na coxa esquerda o impediria de participar da segunda final do Campeonato Paulista, nesse domingo. O volante conta que se tratou até em casa para ter chance de jogar. Agora, busca a recuperação para poder entrar em campo logo no Brasileiro.

“Estou me tratando todos os dias direto, no clube e também em casa para me recuperar e estar à disposição o quanto antes”, disse o meio-campista, assegurando que seu esforço para ter chances de atuar na decisão não o coloca como decisivo no vice-campeonato do Palmeiras.

“De maneira nenhuma seria eu que mudaria o resultado. Só que eu queria estar lá dentro. Tratei 24 horas por dia, mas a lesão foi grave e o intervalo era curto entre os dois jogos, não deu para atuar”, lembrou, destacando seu sofrimento particular por ser desfalque na primeira decisão no novo clube.

Volante não jogou segunda final por estiramento na coxa esquerda, mas se anima para o resto do ano (Foto: Agência Palmeiras)

“Passei por momentos muito difíceis porque me lesionei logo no comecinho da primeira final. Quando vi os exames e soube que não poderia jogar, fiquei muito triste, chorei bastante. Restou torcer e passar vibrações positivas para os companheiros”, comentou, sem precisar se poderá atuar no sábado, quando o time estreia no Brasileiro recebendo o Atlético-MG no Palestra Itália.

Mas Arouca está animado para o resto de temporada no Verdão. “A equipe está se entrosando. Vieram 20 contratações, muita gente nova, mudou muita coisa no clube, mas chegamos à final, brigando até o último minuto. Perdemos por infelicidade, nos pênaltis, mas o torcedor pode ficar otimista porque os jogadores que vieram e estão no Palmeiras vão honrar bastante essa camisa em busca de títulos”, avisou.