Esportes
PaÃs contará com 9 atletas na categoria masculina e 1 na feminina; etapa que abre o calendário é a de Bells Beach, uma das mais tradicionais do circuito
Gabriel Medina retorna ao circuito mundial após um ano afastado / WSL
Continua depois da publicidade
O circuito mundial de surf da World Surf League (WSL) contará com maioria brasileira na categoria masculina mais uma vez. Com o retorno de Gabriel Medina, o Brasil terá nove atletas na elite contra oito da Austrália.
A janela para o primeiro evento da temporada de 2026 começa no dia 1º de abril. A etapa que abre o calendário é a de Bells Beach, uma das mais tradicionais de todo o circuito.
Continua depois da publicidade
O Brasil conta com 10 nomes no circuito mundial. Nove homens e apenas uma mulher, a jovem Luana Silva. No quadro geral, a Austrália terá 12 atletas e será a nação com mais representantes na WSL.
Os Estados Unidos aparecem na terceira colocação, com oito surfistas garantidos na elite para a temporada de 2026.
Continua depois da publicidade
Conheça todos os representantes do Brasil no circuito mundial.
Conheça mais sobre cada atleta.
Atual campeão mundial, Yago Dora viveu um 2025 fantástico para conquistar seu primeiro tÃtulo. Durante a última temporada, o paranaense venceu 3 eventos e levou o troféu para casa.
Continua depois da publicidade
A expectativa para 2026 é repetir essa façanha. No auge da forma fÃsica, Dora é o cara a ser batido na nova temporada.
Yago Dora é o atual campeão mundial de surf / Reprodução WSLO tricampeão mundial retorna após um ano longe das competições. Medina sofreu uma grave lesão enquanto se preparava para a temporada de 2025.
O problema acabou tirando de Medina a chance de buscar o tetra na última temporada. No entanto, a expectativa para seu retorno em 2026 segue alta. Será um retorno triunfal?
Continua depois da publicidade
Gabriel Medina busca seu quarto tÃtulo mundial em 2026 / Reprodução WSLBicampeão mundial, Filipe Toledo retornou ao circuito na última temporada após tirar um ano sabático longe das competições. 2025 rendeu o tÃtulo da etapa da Gold Coast, mas faltou consistência.
Toledo alternou entre resultados bons e ruins e acabou ficando longe de participar do WSL Finals, evento que decidiu o tÃtulo mundial em Fiji. A ideia para Filipe em 2026 é retomar o ritmo e o caminho das vitórias.
Filipe Toledo é um dos principais surfistas do mundo / Reprodução WSLCampeão mundial em 2019, Italo Ferreira foi o segundo melhor brasileiro na temporada de 2025. O potiguar chegou ao WSL Finals e acabou terminando como quarto do mundo.
Continua depois da publicidade
Italo chega para 2026 empolgado após uma boa temporada e incentivado pelo seu filho recém-nascido. Prestes a completar 32 anos, Ferreira busca seu segundo tÃtulo mundial.
Italo Ferreira é o primeiro campeão olÃmpico da história do surf / Reprodução WSLUm dos veteranos do circuito mundial, Miguel Pupo não teve problemas para se manter no circuito mundial na última temporada, apesar de não ter vencido nenhum evento.
Pupo é um especialista em ondas tubulares e tem como seu maior tÃtulo da carreira a etapa de Teahupo'o, na temporada de 2022. Esse também foi o melhor ano do surfista, que terminou como sexto melhor do mundo.
Continua depois da publicidade
Um dos principais jovens da nova geração dos surfistas brasileiros, João Chianca já venceu a etapa de Peniche, em Portugal, na temporada de 2023. Esse também foi o melhor ano de sua carreira, terminando como o quarto melhor do mundo.
Porém, preparando-se para a temporada de 2024, Chianca sofreu um grave acidente enquanto treinava em Pipeline. Isso o afastou do circuito daquele ano, mas não o impediu de disputar as OlimpÃadas.
Assim como Filipe Toledo, João Chianca retornou de forma integral ao circuito em 2025, mas não conseguiu grandes resultados.
Continua depois da publicidade
Vivendo seu último ano como surfista profissional, Alejo Muniz tem uma trajetória de superação. Ficou longe da elite por 8 temporadas, mas garantiu seu retorno em 2025.
Na última temporada, conseguiu superar o corte da metade do ano e se manter na elite para fechar sua trajetória em grande estilo.
Outro jovem, Samuel Pupo, vem sofrendo para se manter na elite do circuito mundial. O irmão mais novo de Miguel acabou caindo para o Challenger Series (segunda divisão) nas últimas três temporadas.
Continua depois da publicidade
Apesar disso, Samuel sempre se requalificou para o circuito mundial e não foi diferente em 2025, quando terminou na quinta posição. A meta para 2026 será se manter na elite.
Único novato brasileiro do circuito mundial, Mateus Herdy passou as últimas temporadas batendo na trave para chegar até a elite da WSL. Em 2025/26, Herdy finalmente conseguiu garantir seu lugar entre os melhores do mundo.
Querendo surpreender, Mateus vai enfrentar uma forte concorrência na disputa pelo prêmio de novato do ano da WSL. Com um arsenal de aéreos na manga, o jovem pode surpreender.
Fechando com a única representante do Brasil na categoria feminina. Luana Silva chega empolgada para 2026. A surfista viveu a melhor temporada de sua carreira em 2025.
Foram dois vice-campeonatos, superando o corte pela primeira vez na carreira.Â
Porém, 2026 promete desafios maiores. Os retornos das campeãs Carissa Moore e Stephanie Gilmore, somados com atletas da nova geração, como Caitlin Simmers, Caroline Marks e Molly Picklum, serão duros embates.