Economia
Com fortuna de R$ 184 bilhões, o empresário Eduardo Saverin mantém o topo pelo 3º ano consecutivo; veja os 10 bilionários que dominam o ranking
O empresário brasileiro Eduardo Saverin / Divulgação/Gravesv38/Wikimedia commons
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O Brasil tem 70 representantes no ranking global de bilionários, segundo uma lista divulgada na terça-feira (10) pela Forbes. O levantamento anual coloca, pelo terceiro ano consecutivo, o empresário Eduardo Saverin como o brasileiro mais rico, com fortuna estimada em US$ 35,9 bilhões, cerca de R$ 184 bilhões.
Saverin, que fundou o Facebook em 2004 ao lado de Mark Zuckerberg e outros colegas da Universidade Harvard, ampliou sua fortuna em relação ao ano anterior. Em 2025, o patrimônio estimado era de US$ 34,5 bilhões.
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O crescimento acompanha o desempenho da Meta, controladora do Facebook, que registrou receita de US$ 59,9 bilhões no quarto trimestre de 2025 e vem ampliando investimentos em inteligência artificial.
A segunda posição entre os brasileiros ficou com o banqueiro André Esteves, sócio sênior do BTG Pactual, com fortuna estimada em US$ 20,2 bilhões.
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Na sequência aparece o empresário Jorge Paulo Lemann e famÃlia, ligado ao grupo 3G e a empresas como Ambev, com patrimônio de US$ 19,8 bilhões.
Entre os dez brasileiros mais ricos, predominam empresários ligados ao setor financeiro e de investimentos. Também aparecem integrantes da famÃlia Moreira Salles, associada ao Itaú Unibanco, além de nomes ligados a grandes grupos empresariais.
Entre as mulheres mais ricas do paÃs, a lista destaca Ana Lucia Villela, integrante do conselho de administração do Itaú, com fortuna estimada em US$ 2,5 bilhões.
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O ranking também inclui a brasileira Amelie Voigt Trejes, de 20 anos, apontada pela revista como uma das bilionárias mais jovens do mundo. O patrimônio dela vem da herança do empresário Werner Ricardo Voigt.
A metodologia da Forbes considera participações em empresas, preços de ações negociadas em Bolsa, além de estimativas sobre ativos como imóveis, investimentos privados e obras de arte. Para a edição de 2026, os cálculos tiveram como referência o fechamento dos mercados em 1º de março.