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Economia

Petrobras eleva gasolina em 2 centavos; diesel permanece inalterado

Segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação

Agência Brasil

Publicado em 13/09/2018 às 13:08

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A gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. / Rodrigo Montaldi/DL

A Petrobras elevou em R$ 0,02 o litro da gasolina nas refinarias, nesta quinta-feira (13), para as distribuidoras. O novo valor, de R$ 2,2514, vigora a partir da meia-noite de sexta-feira (14). O diesel, por sua vez, não teve aumento, ficando em R$ 2,2964 o litro, mesmo valor praticado desde o dia 31 de agosto.

Nos últimos dez dias, o preço do litro da gasolina nas refinarias já subiu R$ 0,08. Em 30 dias, subiu R$ 0,33, quando o litro era vendido a R$ 1,9173. O valor é menor do que o praticado nos postos, que têm liberdade para estipular o preço e incluem custos com mão de obra, operacionais e impostos.

Segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias.

“A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”, explicou a estatal em nota.

De acordo com a Petrobras, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. “São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol, e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.”

A maior parte do preço final da gasolina é decorrente dos seguintes componentes: 35% fica com a Petrobras; 15% é Cide, PIS/Pasep e Cofins; 29% é ICMS; 11% é o custo da mistura de álcool anidro e 10% são relativos à margem de lucro das distribuidoras e postos.

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