País latino-americano terá o maior crescimento em 2026: superará Brasil, Chile e México

Entenda por que uma nação pequena ultrapassará as grandes economias da região

Pequeno país vai surpreender e crescer mais que gigantes como Brasil e México

Pequeno país vai surpreender e crescer mais que gigantes como Brasil e México | Imagem gerada por IA

Um relatório recente do Banco Mundial prevê que um pequeno país terá o maior crescimento econômico da América Latina em 2026, com projeção de alta de 22,4 % no seu PIB. 

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Esse desempenho coloca o país muito à frente de gigantes como Brasil, México e Chile, cujas taxas de expansão estão bem mais modestas.

O que impulsiona a explosão econômica

Surpreendendo muita gente, o país que ocupa esta posição é a Guiana, e isso está diretamente ligado à expansão de sua indústria energética, especialmente pela exploração de vastas reservas de petróleo que atraem investimento estrangeiro em escala crescente.

A combinação de recursos naturais e capital externo cria um cenário favorável para um crescimento acelerado, pelo menos no curto prazo.

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Além disso, esse crescimento, estimulado pelo setor de hidrocarbonetos, ocorre num contexto em que outros países latino-americanos enfrentam desafios econômicos, como inflação persistente, elevado endividamento e ambiente global incerto.

E os demais países da região?

Embora Guiana domine os holofotes, vários países da América Latina também devem apresentar ritmos de crescimento relevantes em 2026. Entre os mais destacados estão:

Esses números contrastam fortemente com países que devem ter desempenho inferior, como México (1,4 %), Chile (2,2 %) e Brasil (2,2 %), refletindo as diferentes condições econômicas e estruturas produtivas na região.

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Desafios que ameaçam a sustentabilidade

O relatório projeta um crescimento médio de cerca de 2 % para a América Latina e o Caribe em 2026, abaixo do ritmo de 2025, o que evidencia uma desaceleração geral na região. 

Entre os fatores de risco estão a volatilidade nos preços das commodities, fragilidade da economia chinesa, impacto de políticas externas (tarifas, migração) e falta de clareza nos planos fiscais nacionais.

No caso particular da Guiana, seu destaque depende fortemente da continuidade dos investimentos no setor energético e da estabilidade regulatória. Se esses elementos vacilarem, o crescimento pode esfriar.