A Coalizão Indústria, grupo que reúne representantes empresariais de mais de dez setores, deve elevar a pressão pelo pedido de um corte de 50% no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A pauta será o principal assunto da reunião periódica do grupo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira (11).
O principal argumento para defender a redução no tributo, que excluiria apenas cigarros e bebidas, é o de que a medida ajudaria a aliviar a inflação.
O pedido gera ruído no grupo, que reúne entidades como Instituto Aço Brasil (siderúrgicas), Interfarma (farmacêuticas), Abicalçados e Abrinq (brinquedos). A Eletros, que representa a indústria eletroeletrônica, diz que não é contra a medida, mas manifesta preocupação com as vantagens comparativas da Zona Franca de Manaus, onde há fábricas do setor.
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A movimentação da indústria acontece paralelamente à discussão da PEC dos Combustíveis. “Nosso foco é acelerar a queda do IPI, reforma tributária, desonerar impostos e dizer que somos contra essa PEC dos Combustíveis, que caiu de paraquedas”, afirma José Ricardo Roriz, presidente da Abiplast (indústria dos plásticos), que também faz parte da Coalizão.
Indústria eleva pressão sobre Guedes por corte de 50% no IPI
A pauta será o principal assunto da reunião periódica do grupo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira (11)

Recentemente, ministro Paulo Guedes declarou que a economia está crescendo e o déficit das contas públicas está caindo | Agência Brasil