O programa alcançará 18,73 milhões de famílias em todos os municípios brasileiros / Agencia GOV/Divulgação
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As parcelas de abril do Bolsa Família de 2026 já têm data marcada para começar a cair na conta. Segundo informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o repasse terá início no dia 16 para os beneficiários com o Número de Inscrição Social (NIS) final 1.
O programa alcançará 18,73 milhões de famílias em todos os municípios brasileiros, injetando um total de R$ 12,77 bilhões na economia. No mês anterior, o valor médio recebido por domicílio foi de R$ 683,75.
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O calendário segue o padrão de escalonamento conforme o dígito final do NIS, estendendo-se até o último dia do mês. Além do valor base, o programa mantém os adicionais destinados a diferentes composições familiares, como os repasses para gestantes, crianças e nutrizes.
Para quem tiver dúvidas, os canais oficiais de atendimento são o Disque Social (121), o telefone da Caixa (111) e os aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem.
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Os depósitos serão realizados de forma progressiva nos últimos dias úteis do mês. Confira os dias específicos para cada final de NIS:
O direito ao Bolsa Família é garantido às famílias inscritas no CadÚnico que possuam renda mensal de até R$ 218 por pessoa.
O governo assegura um repasse mínimo de R$ 600 por família, mas esse montante pode aumentar significativamente dependendo da presença de crianças e gestantes na residência.
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Entre os benefícios complementares estão o adicional de R$ 150 para crianças de até seis anos e o acréscimo de R$ 50 para gestantes e jovens entre 7 e 18 anos.
Além disso, o Benefício Variável Familiar Nutriz oferece seis parcelas de R$ 50 para auxiliar na alimentação de bebês com até seis meses de vida.
Outro ponto importante é a chamada Regra de Proteção, que atualmente ampara mais de 2,3 milhões de famílias.
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Esse mecanismo permite que, caso a renda da família aumente para além do limite de R$ 218 por pessoa (até o teto de R$ 706), os beneficiários continuem recebendo 50% do valor do auxílio por até 24 meses, garantindo uma transição mais segura para a autonomia financeira sem a perda imediata do suporte governamental.