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Estudos associam nudez voluntária a menos vergonha do corpo e mais satisfação com a vida

Agência Diário

Publicado em 15/01/2026 às 22:00

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Ficar nu em casa vai além do conforto: estudos mostram que a nudez voluntária, sem julgamento, pode melhorar a autoestima e a forma como a pessoa enxerga o próprio corpo/Banco de Imagens
Ficar nu em casa vai além do conforto: estudos mostram que a nudez voluntária, sem julgamento, pode melhorar a autoestima e a forma como a pessoa enxerga o próprio corpo/Banco de Imagens
Quando o corpo deixa de ser tratado como um problema a ser escondido, a relação consigo mesmo muda. A aceitação diária pode reduzir a autocrítica e fortalecer a autoestima/Pixabay
Quando o corpo deixa de ser tratado como um problema a ser escondido, a relação consigo mesmo muda. A aceitação diária pode reduzir a autocrítica e fortalecer a autoestima/Pixabay
Quando o corpo deixa de ser tratado como um problema a ser escondido, a relação consigo mesmo muda. A aceitação diária pode reduzir a autocrítica e fortalecer a autoestima/Pixabay
Quando o corpo deixa de ser tratado como um problema a ser escondido, a relação consigo mesmo muda. A aceitação diária pode reduzir a autocrítica e fortalecer a autoestima/Pixabay
A melhora não fica só no espelho: estudos indicam que pessoas que vivenciam a nudez de forma consciente relatam mais bem-estar e satisfação com a vida/Pixabay
A melhora não fica só no espelho: estudos indicam que pessoas que vivenciam a nudez de forma consciente relatam mais bem-estar e satisfação com a vida/Pixabay
Para ser saudável, a nudez precisa ser uma escolha livre, sem imposições e com respeito aos limites. Quando há segurança, ela pode ajudar a pessoa a se sentir mais confortável na própria pele/Pixabay
Para ser saudável, a nudez precisa ser uma escolha livre, sem imposições e com respeito aos limites. Quando há segurança, ela pode ajudar a pessoa a se sentir mais confortável na própria pele/Pixabay

Ficar pelado em casa pode aumentar bem-estar e conforto, desde que seja uma escolha segura e respeitosa / Banco de imagens

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Em casa, ficar pelado pode parecer apenas conforto. Mas pesquisas sobre naturismo sugerem que a nudez voluntária também pode mexer com autoestima e com a maneira como a pessoa se enxerga no dia a dia.

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Os estudos apontam que experiências de nudez em contextos sem julgamento se associam a melhor imagem corporal, mais autoestima e maior satisfação com a vida. O efeito tende a aparecer quando a nudez não é forçada.

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Isso ajuda a entender por que, para algumas pessoas, tirar a roupa em casa funciona como um exercício de aceitação: o corpo vira algo comum, e não um problema a ser escondido ou corrigido o tempo todo.

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Autoestima cresce quando a relação com o corpo melhora

Pesquisas ligam atividades naturistas a melhora de imagem corporal e autoestima. Em termos práticos, a pessoa passa a se sentir menos em guerra com o próprio corpo e mais satisfeita com a própria presença.

Intervenções estruturadas baseadas em nudez mostraram ganhos duradouros em autoestima e satisfação com a vida, inclusive em pessoas que não eram naturistas e começaram com baixa autoestima.

Reduzir vergonha é parte do processo

A nudez em contextos relativamente seguros tende a diminuir a “ansiedade física social”, aquela tensão de imaginar que o corpo está sendo medido e julgado. Quando esse medo cai, a apreciação corporal cresce.

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Isso aparece em experiências presenciais e também em relatos de exposição controlada por tela. A lógica pode ser trazida para casa: notar o corpo sem autocrítica ajuda a tirar o peso do “deveria ser”.

Satisfação com a vida: um efeito que vai além do espelho

Em amostras grandes, participar mais de atividades naturistas se associou a maior satisfação com a vida. A explicação passa por autoestima e imagem corporal, que influenciam segurança, humor e relações.

Em um programa de poucos dias com atividades nuas, os ganhos de bem-estar se mantiveram semanas depois. Isso sugere que a experiência pode reorganizar a forma como a pessoa se trata.

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Homens e mulheres tendem a responder de forma parecida

Quando estudos compararam homens e mulheres, não surgiram diferenças relevantes: redução de ansiedade com o corpo e aumento de apreciação corporal aparecem de forma semelhante, desde que o contexto seja seguro.

Por isso, a nudez não é uma prática “de gênero”. Ela funciona como experiência de exposição sem julgamento, e isso depende mais de limites pessoais, cultura e ambiente do que de identidade.

Conforto físico pode ser bônus

Mesmo com foco psicológico, alguns efeitos físicos são plausíveis: menos roupa significa menos calor e menos atrito em regiões sensíveis. Para quem transpira muito, isso pode reduzir incômodos no cotidiano.

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Além disso, a casa pode ser um espaço de segurança e controle do próprio corpo. Para algumas pessoas, sentir esse domínio ajuda a construir a sensação de estar confortável na própria pele.

O que precisa existir para ser saudável

A nudez em casa tende a ajudar quando é livremente escolhida, sem coerção e sem ligação com abuso. Se vira imposição, ela perde o caráter de conforto e pode virar fonte de ansiedade.

Se há outras pessoas, vale a regra do consentimento. Com crianças, o essencial é evitar qualquer sexualização e manter um ambiente de respeito, com limites claros para que todos se sintam seguros.

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