Não existe uma regra fixa, o importante é adaptar a rotina de limpeza ao ambiente e às necessidades pessoais / Freepik
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Manter a cama limpa vai muito além de uma questão estética ou de conforto. Embora trocar os lençóis pareça uma tarefa simples e rotineira, muitas pessoas ainda não têm clareza sobre qual deve ser a frequência ideal para realizar essa prática, e acabam deixando passar tempo demais entre uma lavagem e outra.
A verdade é que, mesmo sem perceber, nosso corpo libera suor, células mortas, oleosidade e outras impurezas durante o sono.
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Esses resíduos se acumulam nos tecidos e, com o passar dos dias, transformam o colchão e os lençóis em um ambiente altamente propício para o desenvolvimento de ácaros, bactérias e fungos microscópicos.
Isso não significa que você precise lavar a roupa de cama todos os dias, mas sim que deve observar melhor os sinais do ambiente e adaptar sua rotina de limpeza de forma consciente e equilibrada.
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Durante os meses mais quentes ou em regiões de clima úmido, o ideal é reduzir o intervalo entre as trocas de roupa de cama.
Nesses cenários, o suor e a umidade ficam retidos nos tecidos com mais facilidade, acelerando o crescimento de micro-organismos e provocando odores desagradáveis.
Dica do editor: Não tem sol nem secadora? Essa dica resolve o problema na hora de secar roupa.
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Nesse caso, especialistas recomendam a substituição dos lençóis a cada três ou quatro dias, uma frequência mais adequada para evitar que o espaço onde você descansa se torne insalubre.
Se você dorme com animais de estimação ou divide a cama com alguém que transpira muito, a necessidade de trocar a roupa de cama aumenta.
Pelos, poeira, sujeiras trazidas da rua e umidade noturna contribuem para tornar os tecidos menos higiênicos em pouco tempo.
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Quem convive com alergias respiratórias, problemas de pele ou sensibilidade a ácaros deve ter atenção redobrada. Nesses casos, a limpeza frequente da roupa de cama se transforma em um cuidado de saúde preventiva.
O uso de protetores de colchão e travesseiro, além da lavagem regular, pode ajudar a minimizar crises alérgicas e manter o ambiente mais saudável.
Já em locais com temperaturas mais baixas e clima seco, o acúmulo de umidade tende a ser menor, o que permite um intervalo um pouco maior entre uma troca e outra.
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Ainda assim, é essencial observar o ambiente, o próprio corpo e os hábitos de quem compartilha o quarto para ajustar a frequência corretamente.