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Você troca a roupa de cama com frequência suficiente? A resposta pode te surpreender

Muitas pessoas trocam os lençóis com menos frequência do que o ideal, acreditando que uma vez por semana é suficiente

Fábio Rocha

Publicado em 29/08/2025 às 14:38

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Não existe uma regra fixa, o importante é adaptar a rotina de limpeza ao ambiente e às necessidades pessoais / Freepik

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Manter a cama limpa vai muito além de uma questão estética ou de conforto. Embora trocar os lençóis pareça uma tarefa simples e rotineira, muitas pessoas ainda não têm clareza sobre qual deve ser a frequência ideal para realizar essa prática, e acabam deixando passar tempo demais entre uma lavagem e outra.

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A verdade é que, mesmo sem perceber, nosso corpo libera suor, células mortas, oleosidade e outras impurezas durante o sono. 

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Esses resíduos se acumulam nos tecidos e, com o passar dos dias, transformam o colchão e os lençóis em um ambiente altamente propício para o desenvolvimento de ácaros, bactérias e fungos microscópicos.

Isso não significa que você precise lavar a roupa de cama todos os dias, mas sim que deve observar melhor os sinais do ambiente e adaptar sua rotina de limpeza de forma consciente e equilibrada.

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Calor, umidade e lençóis sujos

Durante os meses mais quentes ou em regiões de clima úmido, o ideal é reduzir o intervalo entre as trocas de roupa de cama. 

Nesses cenários, o suor e a umidade ficam retidos nos tecidos com mais facilidade, acelerando o crescimento de micro-organismos e provocando odores desagradáveis.

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Nesse caso, especialistas recomendam a substituição dos lençóis a cada três ou quatro dias, uma frequência mais adequada para evitar que o espaço onde você descansa se torne insalubre.

Animais, alergias e outros agravantes

Se você dorme com animais de estimação ou divide a cama com alguém que transpira muito, a necessidade de trocar a roupa de cama aumenta. 

Pelos, poeira, sujeiras trazidas da rua e umidade noturna contribuem para tornar os tecidos menos higiênicos em pouco tempo.

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Quem convive com alergias respiratórias, problemas de pele ou sensibilidade a ácaros deve ter atenção redobrada. Nesses casos, a limpeza frequente da roupa de cama se transforma em um cuidado de saúde preventiva. 

O uso de protetores de colchão e travesseiro, além da lavagem regular, pode ajudar a minimizar crises alérgicas e manter o ambiente mais saudável.

Clima seco

Já em locais com temperaturas mais baixas e clima seco, o acúmulo de umidade tende a ser menor, o que permite um intervalo um pouco maior entre uma troca e outra. 

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Ainda assim, é essencial observar o ambiente, o próprio corpo e os hábitos de quem compartilha o quarto para ajustar a frequência corretamente.

Principais pontos sobre a troca de lençol:

  • Muitas pessoas trocam os lençóis com menos frequência do que o ideal, acreditando que uma vez por semana é suficiente.
  • Durante o sono, o corpo libera suor, células mortas e resíduos que se acumulam na cama.
  • Esse acúmulo favorece o surgimento de ácaros, fungos, bactérias e odores desagradáveis.
  • Em dias quentes ou em regiões úmidas, o ideal é trocar a roupa de cama a cada três ou quatro dias.
  • Animais de estimação na cama aumentam a presença de pelos, sujeira e poeira nos tecidos.
  • Quem sua muito à noite também deve reforçar a frequência da lavagem.
  • Pessoas com alergias respiratórias ou de pele precisam de cuidados extras com a higiene da cama.
  • Capas protetoras ajudam a reduzir o contato com ácaros e outras partículas irritantes.
  • Em climas frios e secos, o intervalo entre trocas pode ser um pouco maior.
  • Não existe uma regra fixa, o importante é adaptar a rotina de limpeza ao ambiente e às necessidades pessoais.
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