Rojões na Copa do Mundo podem transformar a festa em sofrimento para cães e gatos; veja como proteger seu pet

Enquanto os torcedores celebram gols e vitórias, cães e gatos podem enfrentar momentos de medo, estresse e até risco de fuga por causa dos rojões

Ambos possuem sentidos muito mais aguçados do que os humanos, o que explica o desconforto com fogos de artifício. (Pixabay)

A cada jogo importante da Copa do Mundo, principalmente quando a Seleção brasileira entra em campo, é comum que torcedores celebrem gols e vitórias com rojões, fogos de artifício e buzinas. Embora a festa faça parte da tradição de muitos brasileiros, o barulho intenso pode causar grande sofrimento para cães e gatos.

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Especialistas alertam que os animais possuem audição muito mais sensível do que a dos seres humanos. Sons repentinos e explosivos podem provocar medo, ansiedade, estresse e até acidentes domésticos, especialmente em pets que já demonstram sensibilidade a ruídos.

Por que os fogos assustam tanto os animais?

Os cães conseguem ouvir frequências sonoras muito superiores às percebidas pelos humanos. Os gatos também possuem audição extremamente apurada. Por isso, um rojão que parece apenas alto para uma pessoa pode ser interpretado como uma ameaça intensa para os animais.

Em momentos de pânico, alguns pets tentam fugir, se escondem em locais perigosos, arranham portas e janelas ou apresentam tremores, salivação excessiva e alterações de comportamento.

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Como proteger cães e gatos durante os jogos

Prepare um ambiente seguro

Escolha um cômodo tranquilo da casa e deixe o animal confortável com cama, cobertores, água e brinquedos.

Feche portas, portões e janelas

Muitas fugas acontecem durante queimas de fogos. Certifique-se de que o ambiente esteja seguro para evitar acidentes.

Use som ambiente

Televisão, ventilador ou música em volume moderado podem ajudar a mascarar os ruídos externos.

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Mantenha a identificação atualizada

Coleiras com plaquinhas de identificação e microchip aumentam as chances de reencontro caso o animal fuja.

Evite deixar o pet sozinho

A presença do tutor pode transmitir mais segurança durante momentos de estresse.

Respeite o comportamento do animal

Se ele procurar um esconderijo, não o force a sair. O importante é que se sinta protegido.

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Sinais de que o animal está assustado

  • Tremores
  • Respiração acelerada
  • Latidos ou miados excessivos
  • Tentativas de fuga
  • Salivação intensa
  • Esconder-se em locais fechados
  • Falta de apetite

Atenção aos casos mais graves

Animais idosos, filhotes ou que já possuem histórico de medo de fogos podem precisar de acompanhamento veterinário. Em alguns casos, o profissional pode indicar estratégias comportamentais ou tratamentos específicos para reduzir o estresse.